Gina, a mulher que tem um blogue

Gina, a mulher que tem um blogue
Mostrar mensagens com a etiqueta Para comer.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Para comer.... Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Planos para o Natal

Ó Gina, então mulher, e os planos para o Natal devidamente expostos, como é?

:::::: Couve-flor recheada com queijo e fiambre e regada com molho branco. Leva-se a gratinar coberta de queijo e bacon crocante. Portanto tenho de comprar a couve-flor, não é. É. Já acrescentei.
:::::: Tarte tapada de salmão e espinafres. É confecionada um pouco como aquele prato de salmão e espinafres com massa filo mas com massa de tarte salgada. Pensei em fazer este prato, mas não, deixa lá isso, antes o bacalhau, antes o bacalhau.
:::::: Lasanha de bacalhau. Lasanha de bacalhau. Lasanha de bacalhau. Lasanha de bacalhau. Para fazer este prato tenho tudo comprado. Tudinho.
:::::: Bolo de Chocolate e Mascarpone. Vi no programa do Rudolph ('Doces Iguarias de Rudolph', canal 24 Kitchen). É uma base de tarte que leva cacau (que já fiz no domingo e pus no congelador) e de recheio é coisa para bater queijo mascarpone e açúcar em pó e cobrir com ganache de chocolate. Oh céus. E não se me falta nada na despensa.
:::::: Pudim de Outono. Está no congelador, o puré de fruta, ovos e açúcar: há disso nos armários e não é pouco.
:::: Pastéis de Nata. Bom, vou repetir a façanha. Digo façanha porque a primeira vez (e única) que confecionei esta receita fiquei impressionada com o resultado. A ver vamos se continuo a 'saber fazer' pastéis de nata.
:::::: Bolachas de Manteiga. Velhas conhecidas, as bolachinhas de manteiga e mais eu. Não faço aquilo de olhos vendados porque não estou pra isso.
:::::: Petit Four de Parmesão. São tão boas. Mas tão tão tão boas. Conto prepará-las porque quero que na mesa esteja algo salgado e preparado por mim.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Bolachas

Os planos para o fim-de-semana, em termos açucarados, eram sobretudo fazer por usar o que tenho no congelador - bananas, claras, puré de fruta. Mas não. Entretanto lembrei-me 'olha, pois é, então, se calhar, vou, eh pá, vou mas é fazer as bolachas do Rudolph*, aquelas que levam manteiga de amendoim e doce de morango'.
Então o que é que eu fiz?
Fiz bolachas com manteiga de amendoim, mas sem seguir porra de receita nenhuma. Ou seja: baseei-me na massa vienense do costume (ver aqui), cortei metade da manteiga para usar então a manteiga de amendoim e troquei o açúcar branco pelo mascavado, que foi aliás o açúcar que o Rudolph usou e eu quis copiar essa parte. Ainda o Rudolph, no programa ele estendeu a massa entre duas folhas de papel vegetal logo que misturada, sem portanto passar pelo frigorífico, cortou em tiras de mais ou menos seis centímetros de largura, barrou com doce de morango uma das tiras, sobrepôs uma outra tira, barrou-a, sobrepôs uma outra e assim foi até se lhe acabarem as tiras. Depois embrulhou aquele paralelepípedo compridíssimo e pô-lo no congelador durante para aí uma hora para lhe ser mais fácil fatiar. Depois de passarem dez minutos no forno ficaram umas bolachas muito bonitas, intercaladas entre massa e doce, mas eu segui a sugestão que o Rudolph fez no mesmo programa para as pessoas impacientes, fiz bolinhas, que achatei com o polegar e onde coloquei uma colherzinha de doce de morango. Ficaram ótimas, são realmente saborosas, o Rudolph disse aliás que o sabor é exatamente o mesmo, portanto, olha, pumba e coiso. Resta-me só dizer que esta receita é inspirada naquelas sandes à americana, Peanut butter and jelly sandwich.
Então e fotos?
Não há.
Tesquecime!
Mas há as d'hoje, com pissarinhos e tudo, ó pra eles tão fofinhos.





*'Doces Iguarias de Rudolph', passa no canal 24 Kitchen

sábado, 12 de dezembro de 2015

O plano doce para este fim-de-semana afinal foi...

... Bolachas de aveia. Eu sabia que tinha a receita no blogue. Pesquisei. Nada. Então pensei 'eh pá, será que fiz esta receita quando ainda estava no outro blogue...?' Sim, foi isso, esta receita é datada de trinta de abril de dois mil e onze. Quatro anos e meio se passaram e esta foi a segunda ou terceira vez que fiz estas bolachas. Na altura escrevi a receita assim:



Bolachas de aveia

Bate...

200 gramas de manteiga à temperatura ambiente
1 chávena de chá de açúcar mascavado
1 chávena de chá de açúcar branco

Mistura...

2 ovos
2 colheres de chá de essência de baunilha

Peneira e junta...

1,5 chávena de chá de farinha
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá canela em pó
1 colher de chá de sal

Junta...

3 chávenas de chá de aveia
1 chávena de chá de passas
1 chávena de chá de nozes picadas grosseiramente

Faz bolinhas...
Leva a meio do forno...
Assim que douradas retirar, aguardar que arrefeçam um pouco e comer.


Nota: receita retirada do programa de TV 'Barefoot Contessa' do canal Food Network, por isso o texto tão sucinto.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Pastéis de Nata

Olha, eh pá, a sério, fiquei estupefacta com o resultado da receita que fiz ontem, são um espanto, os pastéis de nata, um espanto, com tanto espanto fiquei estupefacta, que é como quem diz, e lá vem piada com piada e copiada, fiquei estúpida de facto. Ah ah. Retirei a receita dum dos tais pacotinhos de açúcar da Sidul mas não segui a receita tal e qual, para já porque me esqueci de comprar uma embalagem de meio litro de natas, que é o que a receita pede, vai daí havia embalagens mais pequenas cá em casa, de duzentos mililitros, então, para não ficar com restos de natas, os quais geralmente vão parar ao lixo, optei por usar apenas quatrocentos mililitros de natas e retirar duas gemas e cinquenta gramas de açúcar à receita original. Então vamos a isto, fiz assim:

Antes de mais convém levar ao lume
400 mililitros de natas
6 gemas
150 gramas de açúcar
2 colheres de chá (bem cheias) de amido de milho
1 casca de limão
até ferver e engrossar um pouco. Colocar num recipiente com bico e deixar arrefecer.
Ligar o forno a 260º.
Untar 14 forminhas (sério, dá pra
14
 pastéis de nata!!! e nem usei a receita toda!!! olha mais cem mililitros de natas e mais duas gemas e mais cinquenta gramas de açúcar!!! dava pra uns
20
!!!) com manteiga e polvilhá-las de farinha. Preenchê-las com massa folhada de compra (usei uma daquelas embalagens que têm 5 quadrados de massa, de marca boa, pessoal, olhem lá, nestas coisas usem marcas fixes, de nome, o nome muitas vezes, na verdade todas as vezes, é qualquer coisa, é sinónimo de qualidade), convém ir rodando e esticando um pouco para não ficar uma camada de massa muito grossa, o que a meu ver tornaria o pastel desproporcionado.
Encher as forminhas com o creme que entretanto já arrefeceu o suficiente. A pessoa que for desastrada ou impaciente, como eu, forre o tabuleiro de ir ao forno, sério, é melhor, é que quando se transporta um tabuleiro de cinquenta por quarenta, isto em centímetros, cheio de forminhas que têm lá dentro um creme um bocado líquido... vai entornar, e depois  aquilo vai ao forno, quente, aliás, muito quente, duzentos e sessenta graus é quente, queima, rápido, e, cheira, e, transmite, o, cheiro, aos, pastéis. Mas isso não aconteceu comigo. Desta vez. Pois.
Forrar o tabuleiro do forno com papel vegetal, depositar as forminhas cheias e introduzi-lo no forno para lá ficar 20 minutos.
É giro ver o creme empolar, liguei a luz, e aparecerem pequenas manchinhas escuras, tão próprias dos pastéis de nata. Como já referi no início deste post fiquei realmente surpreendida com o resultado por saber que os pastéis de nata não são fáceis de confecionar. Não vou dizer que estes estão sublimes, não estão, a meu ver falta-lhes mais limão, mas estão ótimos, principalmente porque a minha expetativa não estava nos píncaros. Sendo assim, olha, ainda bem que correu melhor do que esperava, não é. É.
Tenho fotos.


domingo, 29 de novembro de 2015

Dos queques

Fiz os queques de laranja que andei a anunciar não sei durante quantos dias no blogue, fiz sim senhores. São bons... ai perdão, são muito bons, sequinhos, densos e não muito açucarados. A repetir, que cá em casa tudo gostou deles.
A receita está abaixo da foto que tirei, onde aparecem molas de roupa e tudo, que eu para ter montes de luz por cima dos queques e da laranja fui à varanda e apoiei o prato no pequeno estendal. Ah, e a receita... Retirei dum pacotinho de açúcar da Sidul, de onde aliás copiei o texto, querendo com isto portanto dizer que não me esforcei para criar um texto meu onde explicaria uma receita. De nada, ora essa.




Queques de Laranja

Misture 250 gramas de açúcar moreno com 2 gemas, 1,5 colher de sopa de manteiga derretida e 2 decilitros de leite. Adicione 350 gramas de farinha, uma colher de chá de fermento em pó e mexa muito bem. Bata 2 claras em castelo e envolva. Deite raspa de laranja e um pouco de sumo. Unte as e formas de queque com óleo. Coloque massa nas formas e leva ao foro até que os queques estejam cozidos.

Notas:
Usei açúcar branco por conta do espólio do décimo andar, creio que por isso os queques ficaram tão claros
Peneirei os ingredientes secos, juntando ainda uma colher de café de gengibre em pó e uma colher de café de canela em pó
Usei a raspa de toda 1 laranja e o sumo de 1/2
Usei formas de queque, sim senhores, mas de papel e dispensei o unto
Deixei os queques no forno durante mais ou menos meia hora

sábado, 14 de novembro de 2015

Tipo assim umas queijadinhas que vai-se a ver e são mas é uns pudinzinhos

Ora bem, já fiz as queijadinhas que vai-se a ver e são mas é uns pudinzinhos, cuja receita vinha num pacotinho de açúcar da Sidul. Já está. Pois. Mas como sou desajeitada pra caraças com o desenformar da coisa, ou pelo menos hoje fui, a malta come as queijadinhas/pudinzinhos diretamente das forminhas e não se fala mais nisso. Deixo a receita que não fui eu que redigi, antes a copiei do pacotinho, e fotos que fui eu que tirei. Não, espera lá, primeiro as fotos e depois então a receita.





Queijadas de Leite

Leve 400 gramas de açúcar ao lume juntamente com 250 mililitros de água e 1 vagem de baunilha. Deixe ferver cerca de 5 minutos. À parte, misture 500 mililitros de leite com 60 gramas de farinha, 5 ovos e 3 gemas. Mexa muito bem e regue aos poucos com a calda de açúcar. Retire a baunilha. Ligue o forno a 200º e unte pequenas formas com manteiga. Preencha-as com o creme e leve ao forno em banho-maria durante 30 minutos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Plano doce

Plano doce não para o próximo fim-de-semana mas para outro qualquer.
Suflê de Baunilha.
Andei eu a ver de rajada os episódios que gravei d' As Doces Iguarias do Rudolph (canal 24 Kitchen) e não retirava ideia nenhuma, não? É que nem pensar.
O suflê é feito com base no creme de pasteleiro (receita aqui), envolvendo de seguida as claras encasteladas.
Recomendações do chef:
Não deixar arrefecer totalmente o creme, quando não é dificílimo envolver as claras
Pincelar os ramequins com manteiga, fazendo por barrar a parte lateral verticalmente, isto ajudará o creme a subir e a manter o aspeto crescido que normalmente os suflês apresentam
Encher os ramequins somente até três quartos da sua capacidade, contando com o crecimento, e rodar o dedo toda a volta junto ao bordo, o que também ajuda no crescimento habitual
Não abrir o forno; note bem: não abrir o forno sob pretexto algum

Nota de esquecimento:
Não dei atenção ao tempo de cozedura, mas cá pra mim anda aí à volta de vinte minutos. É questão de acender a luz do forno para inspecionar o estado da coisa.

domingo, 25 de outubro de 2015

E por falar em comida

E por falar em comida, eis que fiz, finalmente e também neste fim-de-semana, os pãezinhos em massa brioche que vi fazer no programa de tv do chef Raymond Blanc, no canal 24 kitchen, e que já tinha planeado fazer um dia, linque aqui. Pronto, ok, vá, não ficaram espetaculares, no entanto pareceram-me muito perto de bons pãezinhos. A confeção não foi difícil, ao usar a minha batedeira montes de espetacular seria de esperar pouca ou nenhuma dificuldade, mas o sabor está assim como que... Sei lá, não muito bom, vá, falta-lhe um toque qualquer, provavelmente algo que despoletará com a continuação de preparar estes pãezinhos.
Vamos à receita?
Vamos.
Está depois da imagem.


Pães em massa brioche

Ingredientes
500 gramas de farinha
10 gramas de fermento de padeiro
60 gramas de açúcar branco
10 gramas de sal
7 ovos
300 gramas de manteiga amolecida


Coloca-se a farinha de trigo na taça da batedeira, junta-se-lhe o fermento de padeiro, o açúcar e o sal. Aciona-se a batedeira numa velocidade lenta para misturar levemente estes ingredientes.
Deita-se os ovos e bate-se velozmente durante 5 minutos.
Passado este tempo reduz-se a velocidade da batedeira e junta-se aos poucos a manteiga amolecida e cortada em cubos. Novamente se aumenta a velocidade e se deixa a bater outros 5 minutos.
Seguidamente coloca-se a massa num recipiente alto, cobre-se com um pano e deixa-se levedar durante 1 hora.
Leva-se ao frigorífico por mais 1 hora.
É então que a massa se pode moldar em pequenos ou grandes pães, ou em forma de base de tarte. Em qualquer dos casos, pincela-se os topos ou os bordos com ovo para ficarem dourados com o calor do forno. E também bonitos. Mas ainda não é nesta fase que vai ao forno, depois de moldada e preparada a massa tem de repousar mais meia hora, coberta com o pano.
Chegada a hora de ir para o forno, onde vai estar mais ou menos 30 minutos, para saber quando é uma questão de se dar atenção à cor e também ao cheiro que emana. Julgo que quando o cheiro, seja lá do que for que tenhamos no forno, chega à sala ou então à outra ponta da casa, é porque está pronto.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Quem disse que

Quem disse que não fiz bolo no fim-de-semana? Lá porque não contei previamente o plano doce não quer dizer que não. Fiz. Pois fiz. Bolo de laranja e coco. Usei um farinha de coco que tinha na despensa há meses e também usei farinha de arroz. Mas não a devia ter preferido em vez da de trigo, que àquela falta o glúten e vai daí o bolo esfarela-se, que o glúten o que dá às massas é elasticidade. Mas sabe bem. A coco e a laranja. Fiz com:

1 ½ cup de açúcar branco
2 cups de farinha de coco
1 cup de farinha de arroz
4 ovos
400 mililitros de natas
4 colheres de sopa de coco ralado
1 laranja, raspa e sumo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio

Depois é só bater tudo durante 5 minutos e levar ao forno na forma untada e enfarinhada durante para aí uns 40 minutos.

domingo, 11 de outubro de 2015

Primeiro

Antes de mais, primeiro, devo dizer que o bolo é bom. Descansou, acho que lhe faltava isso.

sábado, 10 de outubro de 2015

Sabes o que é

Sabes o que é andares dois dias a pensar num bolo, prepará-lo na mente, fazer assim e desta maneira e mais daquela e depois não sair bem. Agora já sabes o que é. Bolo de Peras e Uvas, oh céus. Sabes o que é ter paciência para descaroçar vinte ou trinta uvas, descascar três peras e cortar em pedaços. Sabes preparar a massa celeremente para a fruta não oxidar, que se quebra sabe-se lá o quê e a fruta fica castanha. Sabes adicionar limão, o ácido junta sabe-se lá o quê e o castanho não aparece na fruta. Sabes alterar valores e pesagens de modo a conseguir uma massa densa, apropriada para receber pedaços de fruta e não descer toda até ao fundo, ficando colada na base da forma. Sabes isto tudo. Sabes inclusive que esperaste demasiado do bolo, colocaste as expetativas sabe-se lá quantos degraus acima. Sabes que não gostas lá muito do bolo. Não é mau.




Mas pronto.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Plano doce para o fim-de-semana

Vou fazer bolo de peras e uvas. Só não sei se faça igual ao de pêssegos, que também posso fazer com ameixas, mas o que eu queria mesmo era dizer que ando há que tempos para fazer de peras e figos, e os figos, não estando já no apogeu, ou estando por esta altura a rarear, lembrei-me: olha que fixe, vou fazer com uvas em vez de figos. Podia fazer com figos secos, bem sei, mas não foi assim que idealizei. Está dicidido... ai perdão, decidio... ai perdão, decidido: farei, amanhã, sábado, bolod e... ai perdão, bolo de peras e uvas. E agora o porquê da escolha múltipla: aprendi que as frutas da mesma época, se à época, como é o caso, são a junção ideal, a mais feliz. Resta a dúvida: então e a massa, baunilha ou chocolate...?

Baunilha.

A foto que faltava

Ora bem, afinal já não é preciso adiantar a fazedura dos pães doces, a foto estava na reciclagem do pê cê do estaminé. Eia, ganda maluca, pá. Vamos então à foto.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Na cozinha

«Uma boa cozinheira é como uma bruxa que distribui felicidade. Elsa Shiaparelli» li eu na casa de gelados. A casa de gelados não passa duma gelataria, claro. Esta é engraçada, ao balcão está um italiano, tem portanto tudo a ver com gelados, e nas cadeiras e paredes leem-se frases estupendas de gente famosa. Gosto da frase acima porque me identifico e me identifica, só falta trocar o tacho pela forma de bolos e o cheiro a cebola por massa colada às mãos, de resto, sou eu. De nada, ora essa.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Ingloriamente

24 Kitchen; As Doces Iguarias de Rudolph; T1; Ep 115.
Bolo igual ao bolo nega maluca; mais baunilha; mais fermento; mais leite de coco.
A juntar os secos numa tigela; a juntar os molhados noutra tigela; a misturar depois; a levar ao forno como de costume. Não valeu a pena, fazer, fiz, mas o sabor do coco não se fez sentir. Não repetir. Ainda por cima decidi levar o bolo ao forno numa forma cheia de recantos, linda, sim senhores, mas difícil de untar, vai daí ficou o fundo colado. Pu-la no lixo. Foi de raiva mas também porque me acontece o mesmo sempre que a uso. Assim, pronto, escusado lavá-la, não é. É.

Pães Doces

Fiz, finalmente, os pães doces. A bem dizer já os tinha feito uma vez, mas deixei aquecer o leite em demasia e matei o fermento. Claro que se comeram os pães, claro que não sabiam nada mal, mas estavam rijos e massudos. O tempo foi passando, planeei, ou pensei, fazer esta receita em vinte e dois de outubro de dois mil e catorze, linque aqui, o tempo foi passando, ah já tinha dito, passou quase um ano. Pronto, foi há dias. Há alguns dias, na verdade, para aí uns oito, Vamos à receita, está abaixo da foto.

Foto... Qual foto, pá? Assim se prova, mais ou menos, vá, que a confeção destes pães já foi há que tempos, fiz uma confusão qualquer e deitei a foto no lixo. Oh. Bom, lá vou eu ter de fazer outra vez estes pães doces para tirar fotos. Só por isso. Mesmo. Agora a sério: vale a pena esperar para ver, o aspeto desta iguaria é lindo e ademais pressagia bons sabores.

Massa:
400 mililitros de leite
100 gramas de manteiga
100 gramas de açúcar
15 gramas de fermento de padeiro
700 gramas de farinha sem fermento
Recheio:
manteiga q.b.
100 gramas de açúcar
1 colher de sopa de canela
Preparação:
Leva-se ao lume o leite, a manteiga e o açúcar somente o tempo suficiente para amornar.
Deita-se o fermento e deixa-se atuar uns minutos.
Dá-se uma mexedela com uma colher de pau até tudo estar mais ou menos ligado.
Pesa-se a farinha, coloca-se numa tigela e abre-se um buraco onde se despeja a mistura morna.
Deita-se a massa na bancada e amassa-se durante uns cinco minutos.
Põe-se a levedar dentro duma tigela abafada com panos limpos durante duas ou três horas.
Passado esse tempo retira-se a massa e amassa-se novamente, se bem que durante menos tempo.
É agora hora de estender a massa e formar um retângulo para aí com uns 50 por 30 centímetros e uma espessura de 1 centímetro.
Quando a massa tiver essas medidas barra-se com a manteiga e polvilha-se com o açúcar e a canela.
Faz-se um rolo apertadinho e corta-se em tiras de mais ou menos 5 centímetros.
Colocam-se os rolinhos numa forma redonda, no sentido vertical, assim como que a fazê-los parecer um arranjo floral, mas guardando algum espaço entre eles.
Vai ao forno - sem esquecer de untar e enfarinhar a forma e lhe forrar o fundo com papel vegetal – durante 40 a 50 minutos.

Notas: 
Pode rechear-se estes pães doces com chocolate, em creme ou pó, doce de fruta, creme de pasteleiro, frutos secos.
Receita retirada do programa Annabel Langbein’s Free Range Food, do canal 24 Kitchen

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

9115

Na tv está uma mulher a preparar uma pasta gordurosa para barrar uma perna de borrego, borrego esse que foi criado nas terras altas dum país qualquer. Essa pasta, é o que me interessa por ora, dentre outras coisas leva lavanda, aquelas florzinhas liláses. Em tempos andei de roda dum canteiro de lavanda que não me pertence, mas, lá por não me pertencer, não significa que não colhesse um ou outro pezinho que saísse fora do muro do quintal alheio. Colhi e fiz açúcar com cheiro e sabor a lavanda. Guardei duzentos gramas e três pezinhos de lavanda num frasco durante dois ou três meses. Depois veio o bolo. De claras, limão e outras coisas, como o açúcar com lavanda. É dos anjos esse bolo, como se a leveza lhes pertencesse, só por ser de claras quer dizer que é leve e só por ser leve quer dizer que é dos anjos. Era bom, o bolo, mas não sei se fez jus ao céu que dizem existir lá em cima, carregado de anjos que cantam. Pode estar em baixo, esse céu. E mudo. Tenho quarenta e sete anos, sei que o mundo pode, e deve, ser como eu quiser. É na rua mais bonita de Lisboa, o muro por onde espreita a lavanda. Amanhã vou lá.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Fiz bolo de chocolate

Fiz finalmente aquele bolo de chocolate que consta num pacotinho de açúcar da Sidul. É muito bom e mais não sei o quê, é húmido e macio e saboroso e perfeito para quem não gosta de bolos muito doces. Vou ser preguiçosa e copiar grande parte da receita que vem no pacote, acrescentando contudo três gotas de essência de café e de passo a seguir acrescento o peneirar da farinha com o fermento em pó por junto. Quando confecionei o bolo acrescentei estes dois itens porque achei que fariam falta e, na verdade, mal não fez, qual quê, a essência de café deu profundidade ao sabor do chocolate e o peneirar tornou o bolo mais leve e fofo. Eis então a receita, depois da foto.


Bolo de Chocolate

Derreta em banho-maria 150 gramas de chocolate juntamente com 125 gramas de manteiga.
Entretanto bata 6 gemas com 250 gramas de açúcar morenito (Sidul) até obter um creme.
Junte-lhe o chocolate e a manteiga derretidos e mexa.
Peneire 100 gramas de farinha com 1 colher de fermento em pó e adicione em duas etapas à mistura que se formou.
Bata 6 claras em castelo e envolva delicadamente na massa.
Leve a meio do frono, em forma untada e enfarinhada durante aproximadamente 35 minutos.
~~~
Fiz um bolo de chocolate, pois fiz, e fiz também um vídeo com parte da sua confeção. Ultimamente tenho o costume de editar os meus vídeos colocando-lhes uma capinha onde não se me nota olheiras ou duplo queixo ou pelos nos sovacos ou pneus na cintura. Neste vídeo em particular estou livre das duas primeiras situações, uma vez que não se me vê o trombil, nas duas últimas, eh pá, pronto, valha-me a capinha. Milagrosas, algumas capinhas que o youtube disponibiliza à malta. Sério. Costumo também acelerar os movimentos, mas aí já é cá por coisas, outras coisas. Tipo assim como ficar esperançada que o tempo de rodagem sendo consideravelmente diminuído, para aí um quarto da sua totalidade, faça com que os espectadores tenham tempo para me ver acelerada, que isso é coisa para dar especial atenção. Olarila. Não sei que mais dizer para levar os leitores a espreitarem o vídeo, que eu cá não sou amiga das palavras moles. Eh pá, olhem, é assim:
vejam o vídeo abaixo
e pronto.

domingo, 27 de setembro de 2015

Bolinho feito esta tarde

Corta-se uma laranja em pedaços, retirando apenas o topo e o fundo e os eventuais caroços. Deita-se para dentro do processador e põe-se o dito a trabalhar até desfazer toda a laranja. Agarra-se em 100 mililitros de água e em 1 colher de chá de bicarbonato de sódio e mexe-se até dissolver. Deita-se para dentro do processador. Deita-se também 2 ovos, 1 cup de açúcar amarelo, 2 cups de farinha, 100 gramas de manteiga amolecida e 3 pingos de essência de baunilha. Põe-se o processador a trabalhar e deixa-se estar até tudo estar ligado, o que leva para aí uns 30 segundos. De seguida é juntar 100 gramas de nozes, usei castanha do Brasil, 100 gramas de passas, usei figos secos, sem esquecer de tudo picar grosseiramente. Pulsar o processador umas 5 ou 6 vezes para misturar levemente. Levar a meio do forno, que deve estar aquecido a 180º, durante mais ou menos 40 minutos. Muito bom apetite. Fiz esta tarde, mas ainda não provei. Assim de chofre, ou seja: pelo cheiro que tem, dá a ideia que é muito saboroso. E lá rápido é ele, olha só a que velocidade o fiz...






Nota: receita retirada do programa da Annabel Langbein do canal 24 Kitchen

Ideia boa

O leite-creme pode levar uma mão-cheia de cardamomo. Acrescentei um folhinha de louro, cá por coisas. Muito bom.





*Ideia vista no programa 'Doces Bons, Doces Maus', no canal 24 Kitchen