Gina, a mulher que tem um blogue

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sábado, 7 de novembro de 2015

Árvore de Natal

Não foi hoje mas foi ontem à tardinha, uma árvore de Natal, a primeira do ano, numa escola de condução em Lisboa, assim no cimo duma escada, que é um rés-do-chão alto. Lá estava ela, brilhando. O giro é que eu vinha duma loja grande de decorações que há na avenida e tinha lá estado a admirar a bonecada natalícia e mais as fitas e as bolas e os potes e os pratos, tudo natalício, só por dizer que não comprei nada. Mas o que importa mesmo é a árvore iluminada, por ser o primeiro avistamento do ano. Ah, importa também, e não é pouco, assim que entrei na loja grande ouvi uma canção lamechas até dizer chega mas que me apraz em absoluto, pelo ritmo, o poema, as vozes, tanto que já figura no blogue há meses, mas como o blogue é meu e ponho cá não só o que quero mas também quantas vezes quero, biso.




domingo, 1 de novembro de 2015

Areependimento

A Adele está mesmo memso mesmo arrependida...


Viagem

Bom, já fui e já vim. A rica filha foi comigo, constituímos assim companhia mútua. Tão bom. Chovia que eu sei lá. Comentei com ela que só mesmo eu para sair de casa numa manhã assim. E ela pôs aquela cara de 'está bem, mãe, até parece que não estou aqui contigo'. Bom, ouvimos uma canção boa pra caraças, que aparecerá depois de eu escrever tudo que me apetece escrever neste post. Quem foi o último condutor? O rico filho. O que o rapaz vinha ouvindo? Rep. Pode ainda ninguém ter reparado que o rico filho ouve somente rep no carro, que quando o larga é o som que lá está, mas o blogue sabe decerto, com a quantidade de vezes que já registei lhe este facto, são tantas que já lhe deve fazer um sulco, espero que não lhe doa muito. Mas a viagem. Então, lá fomos, a rica filha experimentou vestuário e eu vestuário e calçado. Quem comprou, comprou, quem não comprou, comprasse e comprará. Mas a canção. É grande. É fantástica. Podemos lê-la e tudo. Ou então fazer assim tipo um cá-rá-ó-que, em querendo.


sábado, 31 de outubro de 2015

Viagem

Hoje não fiz filmes da minha vida, indo para o supermercado e vindo de lá. Convém fazer intervalos nisto. Porém a canção é a mesma. Tenho outras que também viajam comigo aos sábados de manhã, retiradas do mesmo cê dê:



domingo, 25 de outubro de 2015

Som

Não é só um som, é o melhor som do momento e o clip é muito divertido.




Há uma outra versão. O tempo passa tão depressa que o som abaixo parece velhinho, velhinho... You got me lifted shifted higher than a ceiling... Aqui.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Despertador melodioso

(porque não tarda tenho de me levantar...)

No outro dia vim cá pra dizer que acordo com uma canção muita gira e entretanto lembrei-me: olha, posso pesquisar no tutúbas (porra pá, 'tava a ver que não inventava uma merda qualquer para chamar ao... esse, o tutúbas, pois) se lá está. E está. O leitor querendo, fique sabendo que pode ouvir a bela melodia sem cetópes durante dez horas. Na mesma altura em que falei da alegre melodia, dei-me até ao trabalho de passá-la para a escrita à portuguesa. Vai daí, já percebi que não está ô puã. Não marimbei pra isso e corrigi. Mas primeiro o som, vá, a letra primorosa vem ao depois disso. Ah, e querendo fazer cá-rá-óque, força nisso.



Dingue-dingue-diiingue!
Dingue-dingue-diiingue!
Gúúde móórniiingue!
Dingue-dingue-diiingue!
Pá-pá-pá-paaau!
Pá-pau-pá-pá-pau!
Gúúde móórniiingue!
Pá-pá-pá-paaau!
Pá-pau-pá-pá-pau!
Gúúde móórniiingue!
Pá-pá-pá-paaau!
Pá-pau-pá-pá-pau!
Biutifâl dei!
Pá-pá-pau!
Ítse a biutifâl dei!
Dingue-dingue-diiingue!

sábado, 22 de agosto de 2015

Abanão

Neste vídeo a Britney provoca um martemoto ali logo ao início. Martemoto, pois. Se na Terra é terramoto em Amrte há-de ser... Ah caraças, o que uma foto encarquilhada e poeirenta faz.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Sê tu



Virginia Woolf and poetry
No one seemed to notice me
Being young was getting so old
Cheap beer and cigarettes
Life was like a movie set
And I seemed to be given no role

But in times of trouble
I can turn to my mother
And I know that she gon' understand
So at age 18
I cried to my mother
And she told me, "young man"

"There are moments when you fall to the ground
But you are stronger than you feel you are now
You don't always have to speak so loud, no
Just be as you are
Life is not always a comfortable ride
Everybody's got scars that they hide
And everybody plays the fool sometimes, yeah
Just be as you are"

They played me on the radio
And everything was changing, so
I thought I was all the way grown
But I can still remember in that cold November
When I realized I'm all alone
But in times of trouble
I can turn to my mother
And I know that she gon' understand
So at age 22
I cried to my mother
And she told me, "young man"

"There are moments when you fall to the ground
But you are stronger than you feel you are now
You don't always have to speak so loud, no
Just be as you are
It doesn't matter if you become some star
Life is better when you open your heart
You don't always have to act so hard, no
Just be as you are"

If I'm speaking truthfully
I'm not who I used to be
And I know some people might laugh
Cause my music doesn't sound the same
And my head's no longer shaved
I'm worried if I'm on the right path

But in times of trouble
I can turn to my mother
And I know that she gon' understand
So at age 26
I spoke to my mother
And she told me, "young man"
Be as you are


Link: http://www.vagalume.com.br/mike-posner/be-as-you-are.html#ixzz3i3MAvRSp

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Vamos às compras

Rico filho foi com mãe a supermercado. Mãe não pode (deve) conduzir, senhores e agentes de pê ésse pê não querem, por conta de castigo advindo de mãe pisar fundo no acelerador. Rico filho diz que sim, que vai com mãe a supermercado, que não se importa. O tempo em que rico filho dava mão a mãe para atravessar estradas e ruas e caminhos já lá vai. Mãe nota diferença e fica feliz, rico filho é homem, rico filho é cavalheiro. Rico filho empurra carrinho; mãe escolhe coisas; rico filho ajuda a colocar coisas em carrinho. Rico filho é estratega, dispões coisas em carrinho por tipos, diz que facilitará senhor(a) de caixa. Mãe concorda.
Na vinda mãe tirou foto a parte de carro quando parados em semáforo. Foto está bonita. Foto tem ares condicionados e parede e passeio. Mãe observa mini foto em máquina fotográfica. Rico filho sorri porque sabe de gosto de mãe.
Em viagem soou acordes fixes. Sons fixes que vinham de autorrádio. Muito interessada, mãe perguntou a rico filho quem cantava. Rico filho disse que era Hopsin em canção Pans in the Kitchen, Mãe gosta de som que se farta... Não, mãe não se farta nada, mãe gosta de som. Simplesmente. Poema mete panelas e cozinha e mãe de cantor Hopsin, poema é giro. 




sexta-feira, 19 de junho de 2015

Tenho uma amiga

Tenho uma amiga que me levou ao bailarico e me convidou a dançar com ela. Fui com prazer. Andámos por ali às voltas mas não sem antes acertarmos o passo. Ao início foi difícil mas depois encarreirámos e pumba e coiso. Era a gente a dançar e eu a escrever na minha cabeça este post... Mas não está nada daquilo que idealizei. Nada. Pensava que era capaz de fazer um texto sensual onde aparecessem misteriosamente duas gajas a roçar as mamas uma na outra mas afinal não. Na minha cabeça até me apareceu a nuvem de fumo a envolver a gente as duas e por junto a batida musical adentrando as nossas mentes e os nossos corações. Mas não. Bah. Ouve só um som que naquela noite mágica e perversa nos embalou os passos:



Nota: o som está a bisar no blogue mas eu quero é que se lixe.

domingo, 31 de maio de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

Não há duas sem três

Esta canção um dia vai querer dizer que estou a descer a serra de Montemor. Sério. Sempre que saio do supermercado ponho o mesmo cd a tocar, esta é a canção número um, e enquanto a ouço viajo e canto, e asseguro-me que tudo aquilo quer dizer que estou a descer a serra.
É que dantes esta canção lembrava-me um acontecimento aborrecido que vivi, nesse momento era esta canção que ouvia com o volume de som no traço vinte e dois, porque gosto tanto dela e também a tinha posto a tocar. E aquilo aconteceu. E foi fodido pra caraças. E por agora ando com esta espécie de mantra:
, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado, ouvir sempre a mesma canção quando saio do supermercado,
As vírgulas no início e no final aparecem propositadamente, que a frase começou numa hora desconhecida e é para nunca acabar de repetir. Esta canção está quase, quase, quase a ser a canção de quando eu saio do supermercado e me ponho a descer a serra. Vamos lá ouvi-la outra vez.



É a terceira vez que ponho aqui este vídeo. E olha eu preocupada e o caneco.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Parou

Para tudo agora. Está a tocar a melhor canção do momento. E hoje é segunda-feira e tudo.


Now I'm four, five seconds from wildin'
And we got three more days 'til Friday


domingo, 22 de março de 2015

Já agora

Já agora e tal. Ando há que tempos para pôr este vídeo no blogue, porque considero esta nova versão do 'Crazy in Love' da Beyoncé absolutamente esmagador.

Do som de hoje

Hoje ouvi na Radio este som e curti pra caraças.

Daquilo que está por baixo
Até ao que fica no alto
Vão dois carris de metal
Na calçada de basalto

sexta-feira, 20 de março de 2015

Vacuidade

A vacuidade da praça lisboeta aflige-me mais do que quero e menos do que deixo. No fundo enfrento-a como todas as outras: mais do que quero, então menos do que deixo. A vacuidade que existe num parque de estacionamento vazio é também aflitiva. É um bocado estranho, uma vez que gosto tanto de largueza, espaços amplos, respirar livremente, e como passo os dias enfiada num lugar cavernoso e atafulhado, o qual me é absolutamente insuportável, seria mais natural esse tipo de espaço transtornar-me e não os que são o seu oposto. Enfim. Combato os meus medos indo buscar algo concreto, a ver se uma presença física, seja lá qual for, de que tipo for, me resgate da loucura. Um dia foi o meu carro, estacionado logo ali, sem mais carros ao lado, atrás, à frente. O meu carro parecia uma ilha, visão que, se eu deixasse, me levaria à tormenta. Não. Desloquei-me normalmente e atuei normalmente - é um carro é um carro é um carro é um carro - abri-o, arrumei as compras no porta-bagagens, enfiei-me no banco da frente, pus um cd a tocar.

You've been acting awful tough lately
Smoking a lot of cigarettes lately
But inside, you're just a little baby


Saio dali, subo, alcanço o cimo, viro à direita para descer.

It's okay to say you've got a weak spot
You don't always have to be on top
Better to be hated than loved, loved, loved for what you're not


Deixo-me ir. Ah, é a descer até casa.

You're vulnerable, you're vulnerable
You are not a robot
You're loveable, so loveable
But you're just troubled


Ao lado direito um novo e enorme edifício. Pessoas. Carros.

Guess what? I'm not a robot, a robot

Gosto tanto mas tanto desta parte:

Can you teach me how to feel real?
Can you turn my power on?
Well, let the drum beat drop
Guess what? I'm not a robot


Casa. O refúgio. Será. Não.



Nota: este vídeo está a bisar, bem sei, mas isso pouco me importa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A canção do Grey, homem para montes de tons cinza

Há uma canção que dá a toda a hora na Radio.
«A minha cabeça rodopia, já não vejo bem... Que esperas?!»