Ontem à noite, chegada a casa, ao entrar no meu quarto dei com uma prenda de Natal. Era da rica filha, que me andava prometer a prenda que cá por coisas não me chegou a dar na altura devida. E fiquei toda contente. Uma prenda de Natal. Olarila. Arranjei um cenário e tirei uma foto da qual me orgulho muito. Não por mim, claro está, mas pelo que o momento representa.
Gina, a mulher que tem um blogue
Mostrar mensagens com a etiqueta Natal 2014.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Natal 2014.... Mostrar todas as mensagens
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Post do passado
Ali por alturas do Natal passado tinha idealizado que havia de fazer um post a divulgar que leio há quarenta anos. Entretanto não tive tempo para o escrever durante a época natalícia e depois disso tenho vindo a esquecer-me. Escrevo hoje.
Há exatamente quarenta anos que sei ler. Entrei para a escola em outubro de '74 e aí por alturas do Natal do mesmo ano já me safava com as letras que compunham palavras simples e de poucas sílabas. Lembro-me da primeira palavra que li fora do livro da primeira classe, o que ocorreu dentro da minha casa, mais em concreto na cozinha. Eu almoçava (ou lanchava ou jantava, não sei muito bem) sentada à mesa e olhando atentamente para o saleiro que a minha mãe tinha pregado na parede junto à chaminé, o qual tinha umas letras enormes lá escritas, disparo:
SAL!
Fiquei extasiada com o meu feito. A minha mãe ficou extasiada com o meu feito. O meu pai ficou extasiado com o meu feito. O meu irmão ficou extasiado com o meu feito. As vizinhas, os vizinhos, o merceeiro e a mulher ficaram extasiados com o meu feito. Naquele Natal de '74 houve uma felicidade imensa pelas ruas do Pinheiro de Loures, as pessoas cumprimentavam-me efusivamente, mimavam-me dando-me sugus e bombons, idolatrando a criança mais inteligente do pedacinho saloio que é a minha terra.
Agora a sério: nunca esquecerei a sensação boa que foi ler espontaneamente. Eu consigo fazer sozinha. O meu primeiro e consciente 'eu consigo fazer sozinha'.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Ironia
No Natal ofereceram-me o tal caderninho azul mas não me ofereceram a caneta. Lá por causa disso não deixo de escrever.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Das marcas castanhas
Há tempos escrevi da louça com aquelas marcas e tal e este ano resolvi comprar um sininho dessa gama.
«Na loja de artigos de casa e com motivos natalícios, ou seja: azevinho pintado, há pratos e travessas com marcas castanhas fingindo ser esmalte lascado. Passei a unha. Passei a ponta dos dedos. Senti as rugas do fingimento do fabricante. É apenas tinta castanha, pinceladas às ondinhas a querer parecer feitas ao acaso, por causa da longevidade da louça e isso, quando na verdade a louça é nova e está para venda nas prateleiras da loja.» |18/11/2013|
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
24 de dezembro de 2014
Recebi uma prenda espetacular, um caderninho com uma capa, linda e azul clara, para apontar os meus tópicos ou então os pensamentos. Foi um amigo que me ofereceu pelo Natal. Um amigo e uma amiga.
Escrevi assim nas duas primeiras folhas:
«Oferecido pelos tais, em 24/12/2014
Conto apontar aqui os meus tópicos, doravante. Habitualmente uso um conjunto de folhinhas á sete, recicladas, ao qual chamo, carinhosamente, vá, de bloquinho rudimentar.
Então vamos a isso de ter um caderninho tão bonito para apontar coisitas.»
Escrevi assim na quarta folha:
Acho que preciso de uma caneta que rabisque a vermelho, para os 'vistos'. Tenho de registar de alguma maneira que já transcrevi os registos daqui para o blogue. Se fizer os 'vistos' a vermlho controlo melhor.
Escrevi assim na sexta folha:
Qualquer dia tenho pingas de café neste caderninho. Se bem que no bloquinho rudimentar nunca tenha caído nenhuma...
Nota: neste caderninho escrevo sobretudo no lugar da musa.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
7 de janeiro
Hoje é tradicionalmente aquele dia em que se descompõe o lar de tudo quanto é enfeite de Natal. Tratarei disso no sábado, tiro fotos e assim. Depois sente-se a falta daquele lugarzinho luminoso, mas é isso que torna o Natal uma época tão especial. Imagine-se a gente ver a árvore montada o ano inteiro? Qual a piada, né?
domingo, 4 de janeiro de 2015
Por causa
Há umas semanas andei pelo blogue pesquisando textos de outros natais para fazer um compêndio e republicar. Por causa disso reli aquele post onde planeava que no próximo Natal (seria portanto 2014) trataria de lavar o Pai Natal que era um saquinho de água quente e o poria à porta:
«Lavar o Pai Natal que era a forra de um saco de água quente e colocá-lo lá fora à porta, pendurado no pionaise.»
Ora acontece que, caso esta ideia do compêndio não me tivesse ocorrido, jamais me lembraria que planeara tal tarefa. E como me lembrei, troquei a coroa velha e estafada que anunciava o Natal à minha porta há para aí uma década, e pendurei lá o saquinho vestido de Pai Natal. Lavadinho, claro. A bem dizer foi lá que secou. Para o compor atei-lhe uma fileira dourada que revestia a já falada coroa estafada.
Nota: esta foto também é do ano passado, corria o dia 28 de dezembro.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Baú de Natais
É verdade que esta época do ano está muitas vezes mascarada de boas intenções. E também é verdade que nos deveríamos preocupar durante todo o ano em partilhar e fazer o bem. |17/12/2006|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Com o intuito de marcar a quadra natalícia, tenho andado a ver se me lembro de um Natal que para mim tenha sido inesquecível. Lembro-me de algumas coisas passadas no Natal em várias das etapas da minha vida e que me marcaram positivamente ou não, mas não existe nenhum Natal inesquecível. |21/12/2007|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Se eu escrever uma carta ao Pai Natal não estarei a ser original nem um bocadinho só, pois não? |11/12/2008|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
O Inverno começou hoje.É Natal, há decorações a ele alusivas que são qualquer coisa de esquisito...
Ou de magnífico...
É Inverno, é Natal e a vida é uma merda. |21/12/2009|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Quando entrei, a dona Maria do Céu quase correu para me mostrar a mesa de Natal preparada para duas pessoas. Havia pratos, talheres, guardanapos, castiçais e flores. Todos os objectos eram simplórios mas asseados e a mesa estava posta com grande esmero e minúcia. Já que tenho tanta confiança perguntei-lhe quem esperava para jantar, certa que a dona Maria do Céu esperava realmente alguém. Devo dizer que ela não se fez rogada e com toda a alegria e simpatia habitual repondeu que esperava uma amiga. Levada por alguma ingenuidade que a desenvoltura dela não despistou, acreditei piamente no que me dizia. Só depois me pus a pensar que a mesa posta com tanto cuidado mais não era que uma forma de se sentir acompanhada na noite mais familiar do ano e que o mais certo era ela passar a noite de Natal tão desacompanhada como todas as outras noites do ano. |29/12/2010|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Passei no Lumiar e cuidei de estar noutra cidade qualquer, está tudo iluminado, há inclusive uma extensão enorme de luzinhas dando as boas-vindas à freguesia. Um primor.
Aqui por estas bandas a luz natalícia anda muito pobrezinha, em comparação com anos anteriores. Na Praça de Londres há apenas uma árvore iluminada com a cor excelsa do Natal: vermelho. Está linda, toda preenchida por pontinhos luminosos, desde tronco a ramos. À hora do almoço já se encontra luzindo tenuemente e à noitinha chega o esplendor vermelho. Na Praça do Chile alguém se lembrou de enfeitar o Fernão de Magalhães com chapéus de chuva abertos. Quero dizer... uns abertos, outros meio abertos e ainda outros totalmente fechados. À noitinha acende-se a luz e a obra de arte, que nada tem a ver com Natal, pisca-pisca formando uma visão sui generis.
É assim o Natal. Tempos de crise, é o que dizem... |16/12/2011|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Se não houvesse Deus não havia Natal e este seria um simples dia de outono sem visões futuras de prendas e luzinhas pisca-pisca. |14/12/2012|
❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅ ❅
Na loja de artigos de casa e com motivos natalícios, ou seja: azevinho pintado, há pratos e travessas com marcas castanhas fingindo ser esmalte lascado. Passei a unha. Passei a ponta dos dedos. Senti as rugas do fingimento do fabricante. É apenas tinta castanha, pinceladas às ondinhas a querer parecer feitas ao acaso, por causa da longevidade da louça e isso, quando na verdade a louça é nova e está para venda nas prateleiras da loja.
E hoje, mau grado, e tem um bocado a ver com o parágrafo anterior, esteve aqui um cliente que disse ser aficionado das coisas antigas e dos modos antigos de fazer as coisas. Coisas. E coisas. Parvo. Uma pessoa tem de se modernizar, ora que porra. |18/12|2013|
Véspera de Natal
Que original, o título, mas tem razão de ser. É que nunca fui ao supermercado numa véspera de Natal, foi hoje a primeira vez. Habitualmente encho a despensa ao longo do mês e quando chega este dia tenho tudo em casa para me governar. Mas este ano, não. Já contando com enchente pelos corredores, cheguei às cinco para as nove convencida que ainda ia esperar um pouco pela abertura do supermercado. Qual quê, nada disso, eu a subir na escada rolante e dois senhores a descê-la, cada um com o seu carrinho de compras cheio, todos satisfeitos... O dito abrira às oito e meia. Oh.
Indo buscar outro assunto igualmente relacionado com a véspera de Natal, para dar razão ao título do post, este ano a minha mesa vai ter sobretudo doces daqueles que sei fazer de cor, doce das camadas, arroz-doce, baba de camelo. Já está tudo no aparador. Agora estou aqui, já se vê.
Há bocado, quando ia a caminho da mercearia para buscar mais umas coisas, dei com a imagem abaixo... Tem tudo a ver.
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
23 de dezembro de 2014
::: Bom dia, são dez e tal, e ao que parece hoje tenho um pouquinho de tempo para arejar a cabeça. Oh céus, que saudades de escrever. Nem é saudades do blogue, é de escrever.
Estamos no Natal, não há que enganar, é música na Radio, é luzes na rua e nas lojas, é montes de gente na rua e nas lojas, é carros à barda na estrada, é burburinho, é confusão. É o Natal.
Não sei se vou ter muito mais tempo para escrever hoje, de maneiras que pronto, como este post me sair, assim sairá. E agora perguntam os leitores 'mas não são todos assim' e eu respondo que 'não são, não senhores', há textos que me exigem preparação e calma e daí resultam alterações, o que não vai acontecer com este, onde somente me debruçarei em termos de erros ortográficos e/ou de digitação e uma frase ou outra que note no momento estar mal construída. Até já, tenho de ir ver das ratoeiras.
::: Boa tarde. Meio-dia e picos, agora. Deixei os pulverizadores no lugar e andei de roda das limas e dos cremes para a barba. Tenho um pouco mais de tempo para isto de escrever minudências. Hum. Ora bem.
No domingo encontrei uma imagem na internet onde se via a praça de Londres (Lisboa) e a demarcação onde futuramente se construiria a igreja. Diz que era uma imagem de 1950. Fez-me impressão ver tudo ali à volta deserto, não havia o jardim nem as árvores, creio inclusive que nem os prédios em frente existiam, para me certificar teria de encontrar novamente a imagem e não tenho lá muito tempo para essas coisas. Contudo lembro que se via a espinha das ruas onde passo quase todos dias, é o lugar onde dei com a oitava árvore, numa rua, e a árvore amarela, noutra rua. Será que já existiam em 1950. Não é uma pergunta, apenas indago, na verdade não quero saber, faz de conta que existiram sempre e que estavam à minha espera, isso é uma maneira de me sentir especial. As meninas, lembrei-me agora, também não existiam as meninas-estátua. Daqui a nada vou lá passar. Agora há café ao pé das meninas mas nunca lá fui bebê-lo.
::: Meio-dia e muitos picos. Continuo sem concentração para escrever... Fui interrompida para fornecer rolhas de cortiça e para receber um valor em dívida. Relativamente à falta de concentração, a mesma falta-me mas é para ler, não para escrever como referi, enganei-me. Gosto mais de escrever do que de ler, fugiram-me os dedos para o prazer maior. Pois é, não consigo ler, não tento ler. Desde que terminei o último livro tenho vontade de o deixar no banco de jardim onde já deixei dois. Primeiramente acho que é melhor ideia deixá-lo noutro lugar, por exemplo junto à estátua que sorri, só para não fazer tudo igual, que eu cá tenho a ânsia de me livrar daquele sentimento sufocante que o 'mais do mesmo' me transmite. Mas talvez o deixe no banco de sempre, esperando que seja a mesma pessoa a recolhê-lo.
::: Faltam não muitos minutos para a uma da tarde. Ontem tirei fotos para anunciar os bons-dias e as boas-tardes como é costume mas entretanto não as publiquei. Portanto as ditas aparecerão no final deste post. Uma delas é girísima, era já noite cerrada quando saí da casa de uma cliente. Do cimo da rua António Pereira Carrilho avista-se a extensão da mesma e também toda a rua Morais Soares, a qual está iluminada com as luzinhas de Natal, bem como a estátua do Fernão de Magalhães que por estes dias brilham estrelas por sobre a sua cabeça e ombros. Tirei uma foto que ficou um horror... Nova interrupção. Ai menina a como é a espuma. Vou almoçar. Não sei se volto.
::: Boa noite. É muito tarde, já. Tinha pensado ah e tal logo à noite vou escrever as coisitas que não tive tempo de escrever de tarde, mas qual quê. Vou passar as fotos de que falei de manhã e despeço-me aqui. Até amanhã.
sábado, 20 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
É um cristal
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Do intervalo grande
:::Subia a avenida quando vejo um extenso cortejo de crianças, vinham duas a duas, de mãozinhas dadas, vestidas de vermelho, ponteando a vistosa indumentária com enfeites brilhantes aqui e ali, fizeram-me lembrar duendes felizes. Havia um corredor de pessoas aos lados, umas observavam embevecidas, outras fotografavam ou filmavam tão especial evento, não menos embevecidas. Entretanto ouve-se pelo ar a sirene de uma ambulância. A vida é assim, no mesmo momento: a singela felicidade e a tragédia meteórica. Tão inexplicável que isto é.
:::A camisola, ainda não a tenho. Verniz das unhas, logo vejo se igualo o tom à camisola ou não. 1º camisola. 2º verniz.
:::Senhoras do banco, hoje são duas. 1ª jogou a mão à manga do meu casaco para ver ser era fofinho e sorrimos, eu e ela. 2ª jogou a mão à manga do meu casaco para ver se era fofinho e sorrimos, eu e ela. E era só isto.
:::Lugar da musa. Às vezes estou a rabiscar nos papelinhos quando o moço me vem levantar a chávena. Mesmo considerando que ninguém dos presentes está interessado no que escrevo, fico sempre aflita, temendo que se consiga ler à distância de meio metro. Mas acrescento ainda que fico particularmente aflita se o moço vem levantar a chávena e estou a debitar coisitas acerca dele, o que efetivamente já aconteceu duas vezes.
:::Lugar da musa. Canta o Rod Stewart. Este homem consegue também ser natalício. Let it snow, let it snow, let it snow.
::: Lugar da musa. Agora que ando arredada da leitura, naquela fase em que nem sequer tento ler, sobra-me tempo. Hoje pus-me a olhar para as bancadas e notei que uma delas tinha todos os livros tombados de maneira a que se vissem as folhas e não as lombadas, visto dali era portanto uma visão deslavada. Nota: esta não é a primeira vez que me ponho a escrever da visão deslavada que um conjunto de livros pode ser, e da outra vez fi-lo referindo-me exatamente ao mesmo lugar e objetos.
:::Na rua mais bonita de Lisboa. Acho que o ramo da oitava árvore, aquela que susteve durante meses a mola com o dizer... Na verdade já não tem a ramagem igual, ou seja: o raminho caiu. Hei-de confirmar isso nas imagens do blogue.
Hipocoisa
A hipocrisia que se vive nesta época não me chateia por aí além. Diz-se que as pessoas competem entre si em questiúnculas como o tamanho e o preço das prendas que dão aos amigos e familiares, há inclusive quem diga que recebe prendas recicladas, prendas que no fundo não se quer receber ou não se gosta e então se oferece sigilosamente, ou não, por troca de outra.
Quanto a mim não é esse tipo de hipocrisia a que mais abomino.
Abomino a hipocrisia dos pedintes, nesta altura é vê-los aparecer de mão estendida, alguns gemem, outros choram, são todos uma cambada de parasitas, não me convencem do contrário.
Abomino a hipocrisia pós-natalícia, aquela que leva as pessoas a desdenharem das prendas que receberam, mas sobretudo a desdenharam do ofertante.
sábado, 13 de dezembro de 2014
O Natal cá em casa
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Etiquetas
A Gina é para o erotismo como o erotismo não é para a Gina...
(6)
A minha historinha...
(8)
A minha Mãe...
(90)
A pecaminosa que escreve...
(38)
Aniversário...
(56)
Aquela pessoa...
(14)
Bê-á-bá...
(6)
Cacau em pó...
(13)
Dias de um Ginásio
(178)
Dias dum Estúdio...
(9)
Escrever...
(1359)
Férias 2012...
(53)
Férias 2013...
(64)
Férias 2014...
(171)
Férias 2015...
(31)
Galeria 2012...
(101)
Galeria 2013...
(541)
Galeria 2014...
(776)
Galeria 2015...
(527)
Gina a Mulher que Tem Outra Mota...
(35)
Gina a Mulher que Tem uma Mota...
(70)
Livros / Escritores...
(331)
Mais do mesmo...
(3)
Memórias Infantis...
(78)
Memórias Juvenis...
(62)
Natal 2012...
(36)
Natal 2013...
(57)
Natal 2014...
(39)
Natal 2015...
(122)
Nova historinha ...
(22)
O embrião do meu livrinho...
(9)
O meu Pai...
(41)
Obra amorosa...
(30)
Olívia...
(266)
Palavras da Música...
(130)
Para comer...
(175)
Primeiros poemas...
(11)
Ricos Filhos...
(422)
Saga dos seis poemas
(9)
Sonhar é fácil...
(101)
Tenho amigos... Tenho amigas...
(50)
Texto Poético...
(6)
Trapadas...
(88)
Vai haver casório...
(48)
Vídeos meus...
(104)
Vídeos...
(179)
Xis...
(12)
