De manhã fui ao Centro Comercial aqui do burgo para fazer umas compras de Natal. Fui rápida na aquisição porque sabia de antemão o que ia buscar, era só retirar da prateleira, pagar e bazar. Hum, talvez não tenha sido assim tão rápida, andei à procura da loja, que no meio de tantas do mesmo género, se dissipa facilmente.
Mas encontrei-a. E comprei a prenda. Antes tinha estado a ver roupas escuras, estamos no outono, e utilidades e futilidades para a casa, estamos no Natal. Tirei uma foto também a um farol mas assim como que cortado e a ver-se malvas e quês. Aposto que também ninguém decifra a marca deste carro.
Isto assim espaçado é propositado, que não se pense que agora o senhor Blogspot deu nisto. Estás a escrever em branco, disse o Luís. É de propósito, disse eu, e estou aliás a escrever isso mesmo, que isto é de propósito. Ele largou a rir. Ah ah. Eu quis saber porquê. Ah ah. Ele por entre gargalhadas disse que um ecrã sem letras é como se alguém estivesse a falar sozinho. Hum. Pois, mas isto é de propósito, respondi eu.
Mas encontrei-a. E comprei a prenda. Antes tinha estado a ver roupas escuras, estamos no outono, e utilidades e futilidades para a casa, estamos no Natal. Tirei uma foto também a um farol mas assim como que cortado e a ver-se malvas e quês. Aposto que também ninguém decifra a marca deste carro.
Isto assim espaçado é propositado, que não se pense que agora o senhor Blogspot deu nisto. Estás a escrever em branco, disse o Luís. É de propósito, disse eu, e estou aliás a escrever isso mesmo, que isto é de propósito. Ele largou a rir. Ah ah. Eu quis saber porquê. Ah ah. Ele por entre gargalhadas disse que um ecrã sem letras é como se alguém estivesse a falar sozinho. Hum. Pois, mas isto é de propósito, respondi eu.
Sem comentários:
Enviar um comentário