Um passarinho debicava o verdadeiro maná dos céus que existe na frente dum automóvel depois duma grande viagem. É como que uma morgue do mosquedo; cadáveres e mais cadáveres; esborrachados; mandados para ali por força do vento.
Cá para mim a passarada da urbe perdeu o instinto predador, é só levantar um voo pequenino e desfrutar da mesa farta que a civilização preparou.
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