Gina, a mulher que tem um blogue

Gina, a mulher que tem um blogue

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Faltas de Natal, Ano Novo & Outras (atualização)

bacalhau; camarão; azeite; alhos; sal grosso; chocolate culinária branco; chocolate culinária preto; bombons; detergente máquina roupa; detergente máquina louça; chuchu; abóbora; beterraba; raiz d' aipo; cebolas; tomate; tostas; maionaise; atum; delícias do mar; amaciador de cabelo; avelãs; mel; doce de morango; manteiga de amendoim; natas; crème fraîche; amêndoas laminadas; amêndoas em farinha; amêndoas quadradinhos; amêndoas torradas; óleo; raiz de gengibre; melaço; farinha; massa folhada; lasanha fresca; rodelas rica filha; ovos; laranjas; limões; leitinhos rico filho; leites ricos filhos; cereais ricos filhos; lanches ricos filhos;

Achega:
Se bem me lembro, da outra vez que me pus a colocar a lista de faltas para o Natal e depois a atualizá-la e mais não sei o quê, deixava sempre umas palavrinhas de como iam correndo as compras e/ou acerca dos motivos de comprar este ou aquele género alimentar. Desta vez não tenho estendido o assunto, limitando-me a publicar a lista atualizada e pronto.
Mas hoje vai ser diferente, que tenho uma coisinha a explicar e eu adoro explicar coisinhas.
Ontem fui às compras. Sim, ontem, terça-feira, dia de semana, nem o fim-de-semana ainda se avista nem nada, e fui às compras. É que tinha de ser por conta dum cupão que dá quinze por cento de desconto no total das compras e que termina o prazo na próxima sexta-feira, vai daí senti-me na obrigação de.
Está quase tudo comprado. Quase. Seja lá como for no sábado vou ao supermercado na mesma, tenho sempre coisas para comprar. Sempre. Na lista coloquei também as faltas que nada têm a ver com o Natal, quero lá saber se não e coiso.

Dia de (disseram na Radio)

Hoje é dia de cobrir coisas com chocolate. Há ainda toda uma série de 'dias de' mundo fora mas fixei este que se nos chega dos EUA, que é o que mais me interessa e também porque foi o que os locutores realçaram. Depois falaram de comidas que estranhamente são feitas com chocolate, como por exemplo coelho, lembraram até dum filme que eu tenho lá em casa – 'Chocolate', com Juliette Binoche e Johnny Depp, que já vi e gostei e coiso, é realmente uma história de amor muito bonita - onde apareceu essa prato e houve para ali uma imensa troca de ideias e tal, uns gostavam de provar essas coisas esquisitas porque deve ser muita bom, outros não ai que horror, falação que é aliás costume entre eles, seja lá o assunto que for. Eu cá, para celebrar este dia, cobria-me de chocolate e lambia-me até onde me chegasse a língua.

A caminho

Pode parecer que é a árvore amarela mas garanto que não é. É uma árvore de folhas amarelas. Apenas.


Primeiro

Bom dia. São dez e vinte e cinco. O dia está de sol
e...
mas...
está um frio que não se fode. Contanto melhore, não é. É. Assim como foi ontem, não é. É. Que na hora da paparoca estava um calor que não se fodia, não é. É.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Conta de diminuir

Nunca percebi estas contas de quantos dias faltam para, sei lá eu se contamos com o dia em que estamos ou então não. Pronto, ok, vá, não vou contar com este dia, quinze de dezembro, e...

Faltam nove dias para a Noite da Consoada.

Bacalhau

A foto abaixo é para ilustrar o seguinte:
já comprei o bacalhau para o Natal
já pus o bacalhau para o Natal de molho
já mudei a água do bacalhau para o Natal
já me esqueci de tratar de enfiar o bacalhau para o Natal em saquinhos e pôr no congelador
já há cerca de quarenta e oito horas que o meu bacalhau está de molho




Então e o que é que esta foto tem a ver com o bacalhau, não é. É. Tem a ver porque foi nesta caixa que o bacalhau veio do supermercado. E fiz uma foto a preto & branco. E cor-de-rosinha.

Lugar da musa

(Eu de manhã a dizer que nunca mais ia pôr muitas coisinhas num só post, não é. É. Olha, paciência, coiso, e vai disto.)

A escritora passeia no espaço. Desce as escadas. Cá pra mim vai comprar postais de Natal. Ando há que tempos para descer e comprar os tais três postais de Natal que quero comprar para mandar as Boas Festas a umas pessoas muito especiais. Não revelo quem é esta escritora, não quero. Sei lá, dá-me ideia que a invado ou assim, ainda que seja figura pública.
O amigo do homem que não se parece com ninguém deixou cair o pau. Calma. De canela. Sorriu-me, meio comprometido. Sorri-lhe de volta. 'Ainda bem que está embrulhado', desculpa-se ele, aliviado. 'Pois é', disse eu só para dizer qualquer coisa. Toca o telemóvel do homem que não se parece com ninguém. Tem um toque estúpido, é o comentário que aliás o seu amigo faz. 'Olha, olha, vai explodir, ah ah.' é o que este amigo também
diz.
'Diz!',
diz o homem que não se parece com ninguém para o seu chamador. Ah ah. Agora rio eu. Hoje têm uma gaja na mesa, uma amiga ou colega ou assim, não é nada costume. 'Eu hoje estou cá num dia!', desabafa o homem que não se parece com ninguém, e num suspiro: 'Pareço uma gaja, foda-se!' Riem-se todos, menos eu, que estou a escrever. É obviamente só por isso, não é. É. Claro que sim, ora essa.
Noutra mesa fala-se de esculturas e isso assim, mas é uma conversa de escultura e/mas entre escultores. Ao início a escultora incentivava o escultor (um deles) a mostrar-lhes os presépios que fizera através das fotos que tem no telemóvel, mas o escultor desses presépios não queria, estava embaraçado e embaraçado continuou. A escultora toma então conta da conversa e põe-se a discursar acerca de viagens que fez e de quando comprou coisas lá fora, de escultores que expunham em feiras e assim, bem como duma altura em que fez peças iguais em anos diferentes e deixou passar o tempo, acabando as peças por adquirir um estatuto diferente para ela, umas vendeu, outras não, mas pronto. Não posso ser mais específica, para sê-lo teria de parar de escrever estas coisinhas.

Senhora do Banco

Esta senhora do Banco gosta de novidades que se farta. Oh céus. Então, e novidades, pergunta ela. Rebusquei cá por dentro que novidade(s) lhe havia de dar, olhando pensativamente para o ar e tal, finalmente arranjei uma resposta:
Para o mês que vem muda o ano!

(não me achou gracinha nenhuma... não entendo o que se passa na cabeça destas gajas... onde anda o seu humor, 'miga, diga-me)

Sabia que...

Sabia que os talões de registo dos Correios têm mais dois milímetros de largura, bem como dois milímetros de altura que a obra 'O Monte dos Vendavais' de Emily Brontë*?

*na versão dos 'Clássicos da Literatura Universal', da Book.it

Números & Lugares

Lisboa; praça de Londres; 13:38; 23º

Vinte e três graus?!
Sim, 'migos, e está um calor que não se fode.

Almoço

Lasanha de bacalhau. Curiosamente é um prato que está na ideia para fazer na Noite da Consoada. Não estava nada má, esta lasanha, só por dizer que a minha vai ficar muito melhor. Isto se enveredar por aí, claro.

As horas que são

Passam quarenta e dois minutos do meio-dia. Gina Maria, tu escreveste isto tudo numa só manhã...?!


Sim!

Quero dizer: não. Exclui-se os posts das palavritas mal digitadas e a lista de faltas para o Natal e Ano Novo atualizada. Tudo o resto é novidade do dia corrente.

Dias de um Ginásio

O professor de Pilates, no fim da aula, disse que estava muito contente com o progresso dos alunos, que aqui há uns tempos ninguém tinha pescoços e agora a maioria de nós já tem pescoço. Quer isto dizer, eu explico, que adoro explicar coisinhas, quer isto dizer que com este tipo de exercício se nos chega uma consciência do corpo que antes não tínhamos, como respirar da melhor forma e manter uma postura correta, esse tipo de coisas. Então, pronto, é isso, os ombros baixam e o pescoço cresce. Agora temos pescoço.

Dias de um Ginásio

Dezembro e eu no Ginásio, não é. É. Eu explico, que adoro explicar coisinhas. Dezembro não é um mês habitual de treino para mim, pronto, dá um certo jeito as noites serem mais desafogadas por conta das Festas, ademais há feriados com fartura e tal. Mas este ano foi assim, que afinal de contas havia cinco meses que não ia àquele – note bem: àquele – Ginásio, e achei por bem começar já, que não tenho nada a mania das resoluções de Ano Novo e essas merdas assim.

Dias de um Ginásio

Observei uma jovem a observar-se ao espelho... Não.
Uma miúda mirava-se ao espelho. Roda daqui, roda dali. Entesa e empina o sim-senhor, estende e flete pernocas. Aparentemente estava satisfeita com o reflexo no espelho. O seu corpo tinha uma estrutura larga e havia chicha nas pernocas e no sim-senhor mas coisa pouca. Digamos que era o tipo de corpo que a mulher portuguesa geralmente tem quando não é excessivamente gorda e, como era jovem, a sua figura era deveras desejável. Deu-me alguma vontade de lhe revelar que aqueles espelhos nos dão a ilusão duns três quilos a menos. Mas não, nada disso, dar más notícias é altamente corrosivo. Estou a exagerar, mas é que tinha de encontrar uma palavrinha em grande, não é. É.

Dias de um Ginásio

Tenho montes de cenas para escrever acerca do Ginásio mas não as vou colocar num só post, nada disso. Aqui há uns tempos deixei-me disso de agrupar episódios. O que acontece porém neste mesmo post é que estou a acrescentar um post só para dizer que tenho montes de cenas para escrever acerca do Ginásio. Mas é verdade. Eu, veja-se o 'eu', que ostensivo, que pavão de belas penas há nesta palavrinha, mas dizia eu. Ah ah. Eu tenho montes de cenas para escrever acerca do Ginásio. É pra já.

Saiam da frente

Saiam da frente que eu hoje pus rímel! E sob a vigilância da rica filha!
Mãe!
Dizia ela!
Põe mais camadas! Mãe! Revira as pestanas! Assim, ó! Pra cima! Mãe!

Rubrica

É assim que rubrica a homónima da minha cadela. Ah, e o resto de frase não tem nada de canino, é só porque achei que ficava bem.


Olá

Diz olá aos rebordos da vida. Diz lá olá, diz. Vá.


Dias de um Ginásio

Pronto, ok, vá,
toda a gente sabe que prefiro tomar banho à noite, deixando a manhã (mais) livre de tempo e também de frio.
Pronto, ok, vá,
toda a gente sabe que não me penteio, escuso de arrancar (ainda) mais fios à parca cabeleira.
Pronto, ok, vá,
(nem) toda a gente sabe que está na hora de possuir – possuir fica tão bem aqui, oh céus – uma escova de cabelo, e se for uma escova de cabelo gira que se farta, então melhor, muito melhor.





O interesse disto tudo, porventura será, quiçá, ou sei lá eu, as cores da minha escova nova e muito bonita serem iguais às da pindureza do meu casaco, pindureza essa que coloquei no rebordo da minha vida há dias.





Faltas de Natal, Ano Novo & Outras (atualização)

bacalhau; camarão; azeite; alhos; sal grosso; chocolate culinária branco; chocolate culinária preto; bombons; detergente máquina roupa; detergente máquina louça; chuchu; abóbora; beterraba; raiz d' aipo; cebolas; tomate; tostas; maionaise; atum; delícias do mar; amaciador de cabelo; avelãs; mel; doce de morango; manteiga de amendoim; natas; crème fraîche; amêndoas laminadas; amêndoas em farinha; amêndoas quadradinhos; amêndoas torradas; óleo; raiz de gengibre; melaço; farinha; massa folhada; lasanha fresca;

… itação...

Excitação, olha só como escrevi hesitação. Excitação. Ah ah. Mas a cabeça a mandar hesitação. E eu... Excitação. Ah ah. Ganda maluca.

?!

Olha só como digito (quase) sempre a palavrita 'qualquer'...

...uqlauer...

Ah ah.

guê maiúsculo

A caminho

Segundo

Ora bem, descoberta, eureka, epifania, revelação. Falo do mal do meu documento, pois que algures, em algum dia desses, a percentagem do tamanho das letras alterou-se para 558%, era por isso que o meu documentozinho do coração se me chegava ao estaminé ilegível. Ontem lembrei-me
descoberta, eureka, epifania, revelação
de ver isso da percentagem e coiso, que fica no canto inferior direito, e eis que, para além de arranjar na hora o meu documentozinho do coração, ainda, e isso sim seria o teste, se me chega ao estaminé nas mesmas condições em que daqui saíu. Oh glória terrestre. Perfeito. Esta história terminou, portanto. Outras virão, vivo nessa esperança.

Primeiro

Bom dia. São nove e trinta e nove. O sol tornou a brilhar. É suave, tanto a luminosidade como o calor que transmite, mas está cá.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Das Árvores de Natal

Eu sabia que ia ser impossível descrever todas as Árvores de Natal que se cruzassem comigo, a bem dizer nunca desejei tal coisa, simplesmente queria, e quero, descrever as árvores e os enfeites de Natal e pronto. Mas eu não estava preparada, e isso sim foi uma surpresa, para perceber que a urgência esbofeteia o interesse com que habitualmente escrevo e também me acaba com a poesia.

Vigésima quarta Árvore de Natal

A livraria, que não é o lugar da musa, tem na montra um empilhamento de livros em forma de triângulo, lembrando portanto uma Árvore de Natal, a qual mostra as folhas aos transeuntes, não as lombadas, o que lamento mas entendo, uma vez que entalaram bolas decorativas entre os livros. Ou seja: se antes estivessem as lombadas à vista, as bolas não brilhariam, e bola que é bola de Natal, tem de viver sob o estrelato.

Lugar da musa

Vou falar do moço que serve cafés no lugar da musa e do desfecho daquele recadinho que há exatamente dez dias atrás lhe deixei por baixo do pires.
No primeiro dia em que o reencontrei ao balcão servindo os cafés do costume, vi-o cheio de salamaleques. Sério. Bom, na realidade este moço é pouco viril e tem um jeito manso de falar e de manusear o que quer que seja, portanto os salamaleques não faziam assim grande diferença dos seus costumes, contudo atentei nele a ver se.
Levou um ror de tempo a medir o pó de café, a certa altura 'sujou' o rebordo do manípulo e atrapalhou-se. Escolhida, finalmente, a quantidade de pó, calcou-o montes de vezes, não contei quantas mas foram muitas, deu três apertões no manípulo. E asseguro que quando digo 'três' e 'apertões' não estou a exagerar. Quanta virilidade, oh céus.
Não, nada disso, é muito brando, este moço.
Quando pousou o meu café no balcão disse 'aqui tem' com um sorriso meio tímido, quando colocou o pau de canela no pires disse 'aqui tem' com um sorriso meio tímido e quando colocou a bolachinha no pires disse 'aqui tem' com um sorriso meio tímido. Ao ver, e viver, tudo isto, não sei a cara que eu estava a fazer, mas tenho para mim que sorria tão timidamente quanto ele, e interiormente estava convencida que ele lera o recadinho, só me resta saber se isso era notório ou então não. Teria de ser ele a dizer, não é. É.
Mas não.
O café estava mal tirado. Bah. Escrevi um recadinho que não deixei debaixo do pires por conta de estas coisas da escrita promoverem certas paixões. Efémeras, decerto, mas pronto, escrever é perigoso, sei disso há qu' anos.
A saga continua abaixo da imagem que mostra o recadinho que ainda lhe escrevi, mas.




Não satisfeita, no segundo dia em que me relacionei cafeínicamente com o moço, voltei a observar todos os seus gestos. A mesma precisão na quantidade de pó, mas mais, muito mais esmero na pressão. Cinco. Cinco pressões naquela peça para calcar o pó, e o manípulo foi empurrado com muita vontade. Lá vontade tinha ele. Só podia sair um café muito bom, não é. É.
Mas não.
Ele hesitou bastante por entre todos os gestos. Acho que as hesitações estragaram o café. Que porra. Tanto medo, 'migo. Depois, eu já sentada e tal, lançou-me uns olhares de soslaio ao retirar as chávenas das outras mesas.
Agora, ou seja: hoje, sempre que para ali estou a rabiscar nos papelinhos, sinto-me esquisita.
Conclusão:
O, moço, que, serve, cafés, no, lugar, da, musa, não, só, leu, como, percebeu, o, meu, recadinho.

As horas que são

São quinze e quarenta e sete. Afinal não acabei o post do lugar da musa antes do almoço, tampouco prometo acabá-lo ainda hoje. Olha, combino então assim: se esse post aparecer já a seguir, ou seja: imediatamente acima deste, pois bem, isso será sinal de o ter terminado.

As horas que são

Passam sete minutos do meio-dia. A ver se antes do almoço e do intervalo grande ainda dá tempo de construir o post do moço do lugar da musa e do recadinho que lhe deixei por baixo do pires há exatamente dez dias.

Vigésima terceira Árvore de Natal

No parapeito duma esplanada (muito coberta, estamos no Natal, portanto há frio) dum restaurante de bairro estava um boneco de neve em vestes azuis. Que cor tão distante do Natal, não é. É. Ao lado estava uma espécie de vaso, já não recordo bem como era, só recordo que tinha as mesmas cores que o boneco e tinha uma daquelas plantas ou flores ou lá que é e que são mesmo mesmo mesmo do Natal, verdes em baixo e avermelhando conforme se vai chegando ao topo. E será que se chama topo ao topo duma flor ou planta ou lá que é como aquela, não é. É. Pois, não sei, só sei, por enquanto, que não sei ainda o nome de tão distinta planta ou flor ou lá que é.

Anúncio

Tenho as unhas pintadas de prateado. Sério, tipo assim purpurinas e isso. Unhas de prata. Chuva de prata, hoje. Ah ah.

Ainda não contei

Ainda não contei como foi de o rico filho receber o carro novo, que é velho e coiso.
Então e não é que o rapaz ficou todo contente?!
Que surpresa!
Ah!
Pois é, o rico filho sorria abertamente, não estava à espera, pelo menos para já, poder circular com o popozinho novo, que é velho, se bem que tivesse uma pequena desconfiança, tanto que a dada altura perguntou:
'O que é que estão para aí a engendrar?
Entreguei-lhe a chave toda coisa:
'Toma lá um carro, pá!'
Ficou tão contente.




A foto acima é do meu carro, que é velho e já foi novo, foto essa que tirei no passado sábado numa altura em que estava mais ou menos sol e num lugar onde havia, e há, malvas (ou lá que é) verdinhas.

A caminho

Segundo

Pronto, está descoberto o que me trazia o documento com letras astronómicas até ao estaminé, só não entendo o motivo, mas adiante. É que nas definições deste documento estava o tamanho 558%, portanto um documento aumentado cinco vezes... Fica realmente ilegível. Recoloquei-lo nos 100% e ficou como era no nosso comum de antigamente. E era isto. Quero dizer: vamos lá a ver como é que amanhã se me chega aqui o meu documentozinho do coração...

Primeiro

Bom dia. São dez e catorze. Dia chuvoso que se farta, mas em frio até nem se está lá muito mal. Este dia apresenta-se como sendo uma força da Natureza, afinal este é claramente o tempo da chuva e do frio.

domingo, 13 de dezembro de 2015

cores

guê maiúsculo a azul; ó minúsculo a vermelho; ó minúsculo a amarelo; guê minúsculo a azul; éle minúsculo a verde; é minúsculo a vermelho

As horas que são

  1. São vinte e uma e dezoito.
  2. Já fiz a sopa.
  3. Também estendi a roupa.
  4. Também aspirei oitenta por cento de toda a área da casa.
  5. Também dobrei roupa.
  6. Também coloquei a roupa dobrada nas gavetas e armários.
  7. Também lavei o fogão.
  8. Também lavei a louça grada. 
  9. Também.
  10. Também choveu à brava nesta cidade.
  11. Também uivou o vento.
































  12. O vento é veloz, hoje.

As horas que são

São dezoito e cinquenta. Vou fazer a sopa.

Trouxe fotos de onde vim

Eram quinze e dezassete na primeira e quinze e vinte um nas segunda e terceira fotos.


As horas que são

São dezasseis e oito. Acrescento um adjetivo ao estado do tempo hoje: ventoso. De nada, ora essa.

Agora v
Vou

Agora v
Vou desligar o pc
Agora v
Vou arranjar-me
Agora v
Vou ali
Agora v
Vou ver coisas
Agora v
Vou mexer em coisas
Agora v
Vou comprar coisas

*

Se libertei a pressão e desapareceu o temor, então não existe o desconhecido.


*...

ó pá tóin xirú!

Faltas de Natal, Ano Novo & Outras (atualização)

bacalhau; camarão; azeite; alhos; sal grosso; chocolate culinária branco; chocolate culinária preto; bombons; detergente máquina roupa; detergente máquina louça; chuchu; abóbora; beterraba; raiz d' aipo; cebolas; tomate; tostas; maionaise; atum; delícias do mar; amaciador de cabelo; avelãs; mel; doce de morango; manteiga de amendoim; natas; crème fraîche; amêndoas laminadas; amêndoas em farinha; amêndoas quadradinhos; amêndoas torradas; óleo; raiz de gengibre; melaço; farinha;

Terceiro

Pronto, a máquina da louça está tratada, leia-se desligada, e já liguei a da roupa, não sem antes a encher de roupa. Suja.

Segundo

A máquina da louça apitou, terminou o seu programa de lavagem. Antes lavá-la, a louça, ela que eu, decerto, só por dizer que aguardo o dia... Outra vez, apitou outra vez, está a chamar-me, pois é, aguardo o dia em que inventem a máquina que guarda a louça nos armários.

Primeiro

Bom dia. São onze e vinte e nove, vai daí que o costume destas coisas manda a gente dizer bom dia até às onze e cinquenta e nove. E eu a dizer bom dia ao domingo, não é. É. Que estranho, não é. É. O dia está chuvoso mas não muito.

sábado, 12 de dezembro de 2015

O plano doce para este fim-de-semana afinal foi...

... Bolachas de aveia. Eu sabia que tinha a receita no blogue. Pesquisei. Nada. Então pensei 'eh pá, será que fiz esta receita quando ainda estava no outro blogue...?' Sim, foi isso, esta receita é datada de trinta de abril de dois mil e onze. Quatro anos e meio se passaram e esta foi a segunda ou terceira vez que fiz estas bolachas. Na altura escrevi a receita assim:



Bolachas de aveia

Bate...

200 gramas de manteiga à temperatura ambiente
1 chávena de chá de açúcar mascavado
1 chávena de chá de açúcar branco

Mistura...

2 ovos
2 colheres de chá de essência de baunilha

Peneira e junta...

1,5 chávena de chá de farinha
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá canela em pó
1 colher de chá de sal

Junta...

3 chávenas de chá de aveia
1 chávena de chá de passas
1 chávena de chá de nozes picadas grosseiramente

Faz bolinhas...
Leva a meio do forno...
Assim que douradas retirar, aguardar que arrefeçam um pouco e comer.


Nota: receita retirada do programa de TV 'Barefoot Contessa' do canal Food Network, por isso o texto tão sucinto.

Frases

Não ter medo do que está atrás, algo assim. Porque a pressão foi liberta. É algo assim. Sombras e mais não sei o quê. O que está atrás toma o lugar do desconhecido. O desconhecido é sempre caso temerário.

Olha outro farol...!

De manhã fui ao Centro Comercial aqui do burgo para fazer umas compras de Natal. Fui rápida na aquisição porque sabia de antemão o que ia buscar, era só retirar da prateleira, pagar e bazar. Hum, talvez não tenha sido assim tão rápida, andei à procura da loja, que no meio de tantas do mesmo género, se dissipa facilmente.




























Mas encontrei-a. E comprei a prenda. Antes tinha estado a ver roupas escuras, estamos no outono, e utilidades e futilidades para a casa, estamos no Natal. Tirei uma foto também a um farol mas assim como que cortado e a ver-se malvas e quês. Aposto que também ninguém decifra a marca deste carro.
































Isto assim espaçado é propositado, que não se pense que agora o senhor Blogspot deu nisto. Estás a escrever em branco, disse o Luís. É de propósito, disse eu, e estou aliás a escrever isso mesmo, que isto é de propósito. Ele largou a rir. Ah ah. Eu quis saber porquê. Ah ah. Ele por entre gargalhadas disse que um ecrã sem letras é como se alguém estivesse a falar sozinho. Hum. Pois, mas isto é de propósito, respondi eu.








































A frota deste

A frota deste lar aumentou e tirei foto ao farol certa que ninguém descobre a marca do carro. O rico filho ainda não sabe que o carro está lá em baixo, estacionado na praceta. Vai ser cá uma surpresa. Quero dizer: ele sabe que a frota aumentou mas não espera para já o usufruto do carro.

Primeiro

Boa noite. São dezoito e cinquenta e oito. De nada, ora essa. Ah, ia ficar assim, só, apenas, mas é que me lembrei que o tempo mudou, olarila, então, vá: o dia esteve soalheiro e quente. Quente. Tive de tirar roupa de cima de mim, andei na rua sem casaco e sem a camisola de cima, só com a camisola de baixo, isto porque tirei a camisola de cima e o casaco, assim sendo andei na rua só com a camisola de baixo, porque tirei a camisola de cima e o casaco. Que calor. Isto mudou, afinal no outono pode ser verão, ainda me lembrei das sandálias e tudo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Parvoíce

A Taylor Swift é um bocado parva, não é.

Say you'll remember me
Standing in a nice dress
Staring at the sunset, babe


É.

E a Katy Perry, essa então passa das marcas, não é.

Unconditional, unconditionally
I will love you unconditionally
There is no fear now
Let go and just be free
I will love you unconditionally


É.

Da grafómana

Sou grafómana, sim senhores, mas não é caso patológico. Caso patológico talvez seja o daquele senhor acerca do qual já aqui falei, o tal que aponta a matrícula de cada carro que para naquele semáforo. Por vezes acontece que o trânsito é tanto que faz fila, o que lhe dá tempo para apontar os segundos carros, os terceiros, aqui já esticando o pescoço... Este sim deve ser um caso patológico, se ademais o homem mantém uma postura de quem está a fazer um trabalho importantíssimo. E não estou a ser irónica, acho-lhe graça, é um facto, mas também acho que aquele empenho todo é doença mental.

Brinde

Olha só o brinde de Natal que recebi um dia desses aí. Se sou grafómana como vou poder contar com este bloco pequerrucho...? Querendo, é compará-lo com o tamanho da minha mão, decerto se notará que assim não me safo, não.


Lugar da musa

Quando me acerquei da mesa havia uma chávena usada com um restinho de café e meia bolacha dentro do pacote.
Comia-a.
Que nojo, não é.
Hum... Vou pensar.
A comer os restos das outras pessoas, não é.
Não.
Sou um bocado promíscua, e a promiscuidade não tem que ver nem um pouco com o nojo.

Politiquice

No placar da alameda, a candidata mais nova às presidenciais está agora numa fotografia tirada de cima, muito risonha e feliz. Recadinho meu pra ela: não deixe que a fotografem de corpo inteiro, 'miga, que o putedo não aguenta mulheres (mais) bonitas, e boas então, olhe lá. É que, quando não, decerto naquele dia tão especial o putedo não fará a cruzinha no seu quadradinho. Eu cá posso não perceber nada de política, mas de putedo...

Camisola

Experimentei uma camisola da marca Itália Fashion. Eu cá só experimento, e uso e compro, roupa das marcas boas.

Ó Gina

Ó Gina, o que colocaste então no rebordo?
Uma coisinha muito cor-de-rosinha e muito bonitinha. E também muito roxinha, mas sem falta de ar. Está lá desde ontem à tardinha.

Cenário

Eh pá, que fixe, encontrei um cenário do caneco aqui no estaminé. Toda a gente sabe que eu trabalho numa drogaria e que escrevo merdas que não interessam a ninguém numa drogaria e que passo o tempo a escrever na merda do blogue numa drogaria, não é. É. E agora até me apoio amiúde nesta bengala
, não é. É.
, não é. É. Então pronto, encontrei o cenário. Tivesse eu tempo e ia mas era comprar uma lente daquelas que dá para desfocar o que fica atrás das pessoas. Mas não tenho tempo, não é. É. E tempo é dinheiro, não é. É. É, é.

Planos para o fim-de-semana

Plano salgado:
Não há.

Plano doce:
Estou indecisa.

E, em jeito de ilustração de tão faltosa descrição dos meus planos, deixo dois vídeos que produzi
- Fica tão bem 'produzi', não é. É. -
há três semanas, creio, onde expus vocalmente
- Fica tão bem 'vocalmente', não é. É. O método de comunicação é obviamente vocal, não é. É. Pois se é um vídeo, não é. É. -
os planos desse fim-de-semana mas depois de executados. Nunca tal coisa se viu neste blogue. Olarila. Ressalva: ainda que lembre os assuntos, não lembro de porra nenhuma que tenha dito nestas duas ocasiões e, sinceramente, muito sinceramente mesmo, folgo que assim seja.






Faltas de Natal e Ano Novo (atualização)

bacalhau; camarão; azeite; alhos; sal grosso; chocolate culinária branco; chocolate culinária preto; bombons; detergente máquina roupa; detergente máquina louça; chuchu; abóbora; beterraba; raiz d' aipo; cebolas; tomate; tostas; maionaise; atum; delícias do mar; amaciador de cabelo; avelãs; mel;

(lista ainda apresentada sem rasuras... amanhã é sábado e vou ao supermercado, i-ei! trarei montes de intens destes, i-ei! é já amanhã, i-ei!)

Vigésima segunda Árvore de Natal

Descendo a avenida Mouzinho de Albuquerque, Lisboa, há mais de meia dúzia de pinheiros verdes e luzentes presos nos postes de luz que assentam na divisória. Alcançando a rotunda há uma estrutura também luzente onde se lê 'Boas Festas', mas ao contrário. Ou seja: a malta só lê como deve ser se vier dos Caminhos de Ferro, que se vier da praça Paiva Couceiro, como eu, lê ao contrário. O que vale é que isto é tudo boa gente. Em suma: quem é que não se desenrasca a ler ao contrário? Em elástico: quem é que tem dificuldade em entender num ápice o que querem dizer apenas duas palavrinhas tão vistas nesta altura do ano?

Vigésima primeira Árvore de Natal
e também
Dias de um Ginásio

É dentro do Ginásio que se avista esta Árvore de Natal. Encontra-se do lado de lá do Tejo, sei lá como se chama aquele ponto em particular, julgo que seja Cacilhas mas se não for, olha, não é. Esta Árvore de Natal é um cone assente no chão, todo ele muito vermelho e luzente, encimado por uma estrela que ao momento não recordo se é prateada ou dourada ou doutra cor qualquer.

Vigésima Árvore de Natal

Na Praça do Comércio, se der o lado esquerdo ao Tejo e rodar a cabeça para a direita, avisto três avenidas iluminadas em fileiras, uma com estrelas, outra com cilindros e outra com bolas. Na Baixa de Lisboa é que está o grosso desta questão iluminada, aliás: sempre foi assim.

Das Árvores de Natal
e também
Dias de um Ginásio

Dei-me conta que me enganei a contar as árvores, lá atrás tratei de duas num só post. Mas entretanto creio que acertei tudo se no fim das contas há dois posts a contar das Árvores do Ginásio, número com o qual, no fim das contas, contei. Contar; contar; contar; contar; contar. Redundâncias. Ah ah.
Outra achega que chega... Ah ah. Por conta... Ah ah. Do assunto 'Ginásio': é que as Árvores do Ginásio são um total de nove. Nove. Faça-se as contas... Ah ah. E chegue-se... Ah ah. Ao resultado. O número de árvores de Natal continua irreal. Paciência, deixo assim e acabou a conversa.
Adiciono à conta deste post só mais uma achegazinha: vou passar a descrever também enfeites de Natal, tipo assim a bonecada nos parapeitos das janelas, varandas, rebordos de chaminés, e rodelas de azevinho artificial e guizos mudos que estejam pendurados às portas dos moradores, bem como embelezamentos luminosos de rua, numerando cada um como tem sido o meu costume, apesar de estes objetos de Árvore de Natal não terem nada, mas terem indubitavelmente presente o espírito da festividade do Natal.

Cliente

Falou de o meu colega ter terminado certa tarefa mas o objeto reparado estava comigo. Vai daí, numa espécie de introdução / apresentação / exposição, o cliente diz assim:
«Ora ele estava a dizer que do coiso... já está.»

Rascunhos

É tão bom chegar aqui de manhã e ter montes de rascunhos para aprimorar fantasticamente e ideias para desenvolver exaustivamente. Depois logo vejo se arranjo a fantasia e me exausto com isso. Mas seja lá como for vou festejar. I-EI!!!!!


Zoom

Segundo

Aquela coisa de o documento (onde habitualmente e ao longo do dia distribuo todos os meus posts) se me chegar ao estaminé com letras dum tamanho astronómico... Voltou a acontecer. Oh. Bom, olha, a sério, já nem me dou ao trabalho de perceber o que posso alterar nas definições para não me suceder tal coisa, quero lá saber, crio mas é um documento novo, passo pra lá todas aquelas letras e caracteres gigantescos e pronto, eis que completamente esvaziado o lanço no lixo do pc e chamo ao novo documento o mesmo nome que o lançado no lixo tinha.
Então e a novidade deste post está onde, não é. É. É que eu já contei isto tudo uma série de vezes, não é. É. A novidade está no facto de já não me dar ao trabalho de perceber o que aconteceu e/ou como acontece, tentando a todo o custo encontrar uma maneira de.

Primeiro

Bom dia. São dez e vinte e um. O dia está igualzinho ao de ontem, portanto repito: céu nublado; ausência de sol; frio.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Dou-me mal

Dou-me mal em sítios fechados. Dou-me mal em sítios arejados. Dou-me mal em sítios, portanto.

Curral

É que eu tenho uma embirração com uma frasezinha provocadora e fofinha em simultâneo, a qual ouço desde a infância e convivo e estrebucho e mordo e mato desde então. E ontem aconteceu a frasezinha. E eu encurralada. E eu que não suporto encurralamentos nem magotes. E tive de abandonar a festa quando ainda mal começava. E hoje não me apetece nada festejar. Incrivelmente, pois se ainda ontem abandonei uma festa daquelas.

As horas que são

Onze e quarenta e quatro.
Nem sei se.
Ou.

10001

Capicua. Não me apetece festejar. Capicuas, 'migas ardentes desta que escreve, vemo-nos novamente lá para a primavera, que agora o intervalo entre cada uma de vós tem também mais um dígito. Próxima capicua acontece no post 11011, resultando num intervalo de 1010 posts, 300 e não sei quantos posts por mês, número esse que é a minha média. É isso, é. Primavera. A árvore amarela apontando folhinhas muito verdinhas e jovens, a oitava árvore do lado direito de quem desce a rua mais bonita de Lisboa idem, as restantes 25 idem. Dado o estado lastimável da minha psique hoje, acabei de festejar faustosamente.

10000

Dez mil posts. A partir d' hoje acrescento então um dígito ao número de posts que este blogue tem. Que giro. Que festivo. Não me apetece festejar.

9999

Capicua do mais giro que pode haver. E festiva que se farta. A resvalar. Não me apetece festejar.

A caminho

Sinais de trânsito e semáforos. Coisas assim. Chamo a atenção apenas para o seguinte: na primeira foto o clique aconteceu no milésimo de segundo em que ambas as luzes do sinal intermitente estavam acesas. Isso é muito giro mas.
Não me apetece festejar.


Primeiro

Bom dia. São dez e vinte e quatro. Dia farrusco, outra vez. Céu nublado e portanto ausência de sol. Frio.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Viatura(s)

O rico filho vai ter um carro novo. Quero dizer: eu vou ter um carro novo. Quero dizer: eu vou ter um carro velho. Quero dizer: eu vou ter um carro mais velho que o meu. Quero dizer: eu vou ter dois carros. Quero dizer: eu vou ter um carro que não vou sustentar nem conduzir e que é mais velho do que o meu.
Bom, adiante.
Sempre achei piada ao facto de o meu carro – o atual e por enquanto único - ter três condutores. Ai tão giro, não é. É. Pois é. É tão giro, não é. É. Agora era, note bem: era, aquela parte em que eu idealizava uma conversa entre quatro partes, os três condutores do meu carro e o meu carro. Mas não tenho imaginação para esse tipo de coisas. Não tenho imaginação para esse tipo de coisas, não é. É. Nenhuma. Pronto, ok, vá, o carro deve queixar-se um bocado, sempre com o banco para lá e para cá e os espelhos que nunca parecem bem posicionados, com os sítios apertadinhos onde o rico filho o mete, com a mania que a senhora, eu, tem, tenho, de esticar as mudanças, com o hábito que o senhor tem de não levar o pedal da embraiagem até ao fundo. Mas o meu carro vai passar a descansar um bocado mais, ai vai, vai.
Não tenho mais coisas dos três condutores do meu carro, e se eu gosto de explicar coisas. Vou mas é beber café, quiçá me cheguem. Não vou nada.

Lugar da musa

Ah... Dia que não apareça o lugar da musa no blogue... É fim-de-semana, ou feriado. Ontem por exemplo não consta, e foi feriado.
Ah... Então e o recadinho e o espanto do moço relativamente ao recadinho e a reação desta que escreve relativamente ao recadinho que supostamente o moço leu e mais supostamente, portanto certamente, não percebeu? Como é?
Não é de maneira nenhuma. Não existe porra nenhuma, apenas o recadinho. No blogue.
Não leu. Não sei se leu. Sei lá se leu. Se leu, sei lá se percebeu. Se não leu, não percebeu ou então percebeu, sei lá eu.
O moço andava atarefado com revistas. Sério. Andava de paninho na mão e tudo. Quer isto dizer que não se encontrava no balcão dos cafés mas no das revistas. E, quando passei por ele, ao entrar, estava ocupadíssimo a tentar perceber o que uma cliente quereria dizer com 'brindes'. E, quando passei por ele, ao sair, é que ele estava então de paninho na mão, limpando e enfiando revistas. O paninho devia ser para limpar as prateleiras, não as revistas. Presumo eu.

Ó Gina

Ó Gina, então e do verniz, conta lá!
Cor-de-laranja.
Fiz vídeo e tudo.
Cor-de-laranja.
Só por dizer que não tenho tempo de o editar.
Cor-de-laranja.
Portanto não o vou publicar.
Cor-de-laranja.
Tenho foto.
Cor-de-laranja.


Almoço

Aquele senhor que cruza os braços por cima da barriga enquanto espera que a mulher coma o docinho, hoje comeu docinho também, vai daí não cruzou bracinhos nenhuns, nem precisou esperar por sua senhora nem nada disso. Muce de xuculate, o docinho. Dos dois.

12º

Ontem verifiquei que o blogue ficou com 9980 posts, quer isto dizer que me faltavam 20 para atingir o tal número com mais um dígito. Este é o 12º post d' hoje. Olarila. Bem sei que criando posts como este, onde refiro o número que está a chegar, mais próxima fico, até parece que estico o assunto numa ânsia de chegar mais depressa. Asseguro que tal não é verdade, eu gosto mesmo é de escrever, do registo, e se em direto, tanto melhor. Ademais, neste blogue não faltam posts com muitos postzinhos lá dentro, de modo que assim equilibro a questão.

As horas que são

Passam vinte e sete minutos do meio-dia.
Ó Gina, já escreveste isto tudo hoje?
Não. Quero dizer: já. É assim: três dos posts (são quatro) das Árvores de Natal vinham meio rabiscados, a esses três apenas lhes realcei umas expressões e acrescentei umas quantas linhas, ao quarto, por sinal o mais extenso, construí-o de raiz. De resto, até aqui, é tudo novo, virgem, portanto ainda por desbravar. Quem quiser... Ler, força nisso.

1070 palavras
6050 caracteres

A propósito de

A propósito de pertences meus, o casaco, vou falar agora do casaco. Que é meu, claro. Que também comprei. Mas há mais tempo. Muito mais tempo. Bom. Tem fitinhas, o casaco, assim a todo o comprimento das bandas, que esvoaçam e tudo. Quando digo tudo, digo tudo, fitinhas e bandas. E este post acontece porquê, não é. É. Vou explicar, que eu adoro explicar coisinhas. Ao longo deste tempo vi desfazerem-se algumas dessas fitinhas. Neste caso, desfazerem-se significa desaparecer. Até ao desaparecimento total era giro de ver porque desfiava, noto agora que usei o 'desfazerem-se' quando devia ter usado o 'desfiarem-se'. Bom. As fitinhas desfiavam-se, era ver um rasto de fitinha de lã muito fininha e muito comprida a esvoaçar conforme o meu andar, isto tudo muito rente ao chão, que como é consabido, sou não muito alta. Ainda arranquei umas quantas, certa que não tinha remédio para semelhante catástrofe na minha vida, quando eis que se me chegou a solução. Assim, achada a solução, já não é remédio, é solução, que fica mais bonito, eu manteria o casaco giro, giro, giro, que como as gajas muito bem sabem, é portanto consabido, as fitinhas estão na moda. E que solução é essa, não é. É. Dar um nó na extremidade de cada fitinha. Foi um processo chato e moroso, que as fitinhas são bués, mas está feito, já não me roubam mais fitinhas que eu não deixo. Deixo foto. Ah ah. Deixo fitinhas no casaco por via da solução que enquanto procurei foi remédio. Deixo foto. Ah ah.


E eis que

E eis que tenho umas botas novas. Olarila. Andei que tempos à procura dumas botas assim:
tacão grosso e de altura média,
recortes na sola grossa,
cano largo e de altura média,
fitinhas.
Pumba, já está. Estas botas têm até, cada uma delas, um botão ou que raio é aquilo, prateado, é tipo um chipe, vá, que a gente pode lá inserir números e dados de saúde e mais não sei o quê. Assim já vão poder constar os meus piripaques, quando me der algum no meio da rua, olha... Não é nada, estava a brincar. Ah ah.

Décima nona Árvore de Natal

Na loja da avenida. Esta sim, é uma árvore de Natal sumamente original, é uma árvore daquelas japonesas, aquelas que têm as florzinhas cor-de-rosa. E pronto. Simplicidade. Requinte. Há quem consiga isso tudo num só arbusto artificial. Ou é dos meus olhos. Sei lá.

Dias de um Ginásio
e também
Décima oitava Árvore de Natal

Ora bem, esta não é Árvore nova no blogue, só por dizer que foi melhorada, aprimoraram-na. Eu já num post anterior tinha dito que o Ginásio contém nove Árvores, cinco lá em cima, quatro cá em baixo e fios com luzinhas enrolados num corrimão. Então é assim: os fios com luzinhas que piscam e piscam e piscam agora são mais, muitos mais, praticamente todos os corrimões os têm, e a Árvore maior de todas, a que está cá em baixo, tem agora a seus pés um monte de prendas. Prendas ou então fingimento, podem ser só caixas, caixinhas e caixotes embrulhados em papel bonito, mas seja lá como for a verdade é que à vista parecem belas prendas. Quero ainda acrescentar que essas luzinhas são as que mais observo, calha que para ali fico, nas máquinas, a mexer o corpo, e vou olhando, olhando tanto que me hipnotizo. Não hipnotizo nada, que é lá isso. Fico presa no piscar, isso sim, é inebriante, olhar luzinhas a piscar embebeda sem eu beber. Parecem andamentos musicais, os piscares de luzinhas, por nunca serem à mesma velocidade nem usando o mesmo esquema.

Décima sétima Árvore de Natal

Foi no recinto da Escola Primária que vi, pela primeira vez este ano, uma Árvore de Natal natural. Sério. Agarrada ao chão e tudo. Eu explico, que adoro explicar coisas. As pessoas que tomam conta de tarefas como enfeitar Árvores de Natal numa Escola resolveram enfeitar o pinheiro que está no pátio com fitas e flores dum material qualquer, que convém ser impermeável à água, quando não... Pumba e coiso. Resta o seguinte: a Árvore não tem luzinhas que piscam e piscam e piscam e piscam. Mas a bem dizer não lhe noto a falta, pra mim basta-me vê-la festiva, seja com o que for.

Décima sexta Árvore de Natal

Fui ao Centro Comercial. Dei umas quatro voltas àquilo, a certa altura estava tonta. Observei toda uma série de Árvores de Natal, sempre diferentes. Suspensas no teto do edifício estão uns poucos de cones com fitas em espiral. Deve ser giro vê-las do rés-do-chão, se me puser por baixo delas. Deve ser. Numa loja havia uma Árvore enorme, enfeitada com instrumentos musicais de brincar. Ou de enfeitar. Das luzinhas já não me lembro. Entretanto pode ser que lá volte antes dos Reis e repare nisso e fixe isso e ponha isso no blogue.

Lista de Natal

Creio que foi há dois anos, 2013, que fui fazendo a lista de compras para a Noite da Consoada e de Ano Novo, a colocava no blogue, e conforme ia suprindo as faltas, assim ia rasurando, construindo assim um novo post com cada vez mais rasuras. Este ano vou fazer igual. Só não me lembro se colocava na lista todas as faltas, mesmo as que não tinham a ver com as Festas e o repasto, mas pronto, desta vez vou pôr todas.

Ao momento tenho as seguintes faltas:

bacalhau; camarão; azeite; alhos; sal grosso; chocolate culinária branco; chocolate culinária preto; bombons; detergente máquina roupa; detergente máquina louça

Dia de (disseram na Radio)

Hoje é dia do postal de Natal. Já no outro dia referi o primeiro postal de Natal do estaminé e o invulgar que atualmente é receber postais de papel pelos Correios. Este ano conto mandar alguns postais de Natal, pelo menos dois. Pelos Correios.

Lembrete: comprar três postais de Natal.

Segundo

Então, ora essa, lá criei eu um novo documento onde colei o que restou das coisinhas que escrevi na segunda-feira e que levei daqui e em casa transformei. Hoje nem andei a ver se arranjava o texto de letras garrafais, qual quê, toca de criar logo um, passar para lá o que veio e acabou a conversa.

Primeiro

Bom dia. São nove e cinquenta e oito. O dia está cheio de nebulosidade, tanto que nem se avista sol nem nada, só nuvens, e está um frio que não se fode.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Ó Gina

Ó Gina, então e as unhas, pintaste-as?















Amanhã conto tudo.

Fiz vídeos e

Fiz vídeos e tirei fotos. Por exemplo, indo ainda ao assunto do post anterior, este título não dá pica, não puxa interesse, quem é que se interessa e se entesa com...? Talvez devesse intitular então assim: 'tirei fotos e'. Hum, não, tenho a mesma questão. Olha, é assim: esta tarde fiz vídeos e tirei fotos, que depois alterei para estas aqui, ó.