Gina, a mulher que tem um blogue

Gina, a mulher que tem um blogue

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Fiz vídeos e

Fiz vídeos e tirei fotos. Por exemplo, indo ainda ao assunto do post anterior, este título não dá pica, não puxa interesse, quem é que se interessa e se entesa com...? Talvez devesse intitular então assim: 'tirei fotos e'. Hum, não, tenho a mesma questão. Olha, é assim: esta tarde fiz vídeos e tirei fotos, que depois alterei para estas aqui, ó.


Os meus títulos

Os meus títulos, sempre que não sei o título, que ademais nem sei pensá-los, mas se calhar é preguiça e não um não-saber, os títulos, que repetitiva, nos títulos, assim é melhor, nos títulos escrevo as três primeiras palavrinhas do texto. Textozinho. Texto.

O blogue agora

O blogue agora, cá por dentro, depois de a gente logar, tem o Google com muitas cores em vez do 'Blogger' a cor-de-laranja (acho eu que era dessa cor, estou para aqui a lembrar-me se não tinha uns laivos de azul...), lá em cima, no cantinho esquerdo. 
Não é.
É.
Pronto, temos novidade. Olarila.

No supermercado

Fui ao supermercado e nem sequer é sábado, oh céus, como o mundo anda trocado, esquisito, disforme. Comprei amendoins. De nada, ora essa.
Salmão
Cereais
Rodelas

...

Tinha apontado 'rodelas rica filha' na folhinha de faltas, muito importante não dizer papelinho, que cá na minha vidinha papelinho é outra coisa, e eis que não me lembrava que raio seria 'rodela'. Rodelas rica filha... Rodelas rica filha... Rodelas rica filha...
Já sei! 
São aqueles pachos de algodão para embeber em desmaquilhante!
É isso!





Trouxe dois pacotes disso. Com não sei quantos pachos cada um.

O que ainda

O que ainda não fiz:


pintar as unhas


mas não desespero



eu chego lá

O que já

O que já fiz:

sopa de agrião



e grão



fica tão bem



bom



só por dizer que ainda não provei

Primeiro

Boa noite. São dezoito e quarenta e um. O dia esteve meio de nevoeiro e meio de sol. Quer isto dizer que esteve sol. Ah ah. Boa noite porque já é de noite. Pronto, como já referi uma catrefada de vezes, nesta estação, outono, os dias são curtos, cada vez mais curtos, têm ainda mais quinze dias para decrescer, e vai daí, pois que a esta hora já é noite em Portugal Continental, que nas Ilhas sei lá eu.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

As horas que são

Vinte e três e nove. Amanhã é feriado, vou poder fazer a sopa de agrião e pintar as unhas. De nada, ora essa.

As horas que são

São dezasseis e trinta e um. Se calhar não parece nada, mas tenho tanto pra fazer, oh céus. Não sei se ainda cá venho. Que não se chore a demora, por favor.

Lugar da musa

Se me lembrava do recadinho que deixei na passada sexta-feira ao moço que serve os cafés?
Lembrava.
Se pensei ah e tal agora o homem vai dizer que coiso e mais não sei o quê?
Pensei.
Ele não estava lá. Folga ou assim. E eu que fui bem vestida por conta daquela coisa de a gente parecer confiantes se a roupa é gira e boa. E eis que o café estava uma bomba, tipo a dar-me nos cornos para eu não ter a mania que.
Percebo.
De cafeína e. 
De pressão.

Senhora do Banco

Anunciei à senhora do Banco, à laia de pedido, tudo bem, mas era um anúncio, que ia tirar a camisola de cima ali naquele cantinho, ficando com uma em cima do pelo.
É que está tanto calor, não está? (eu)
Que sim, estava. (ela)
Esta senhora do Banco, esta em particular, quando sorri fá-lo semicerrando tanto os olhos que quase parece forçado, o sorriso dela. Lá sorrir, sorriu, mas, eh pá, não sei, a energia dela é boa, mas o sorriso não combina.

O poeta

O poeta ainda cheio de folhas, não se lhe avistando portanto os contornos do rosto de pedra. Também pelo chão, as folhas, naquele pequeno declive. Fotos tiradas do banco hater.


Tesouro

Tesouro vindo do muro de pedra. E as flores que já não se encontram à janela. Hum, calhando o/a dono/a tem medo da chuva que ameaça cair há horas. Agora ando nisto de escolher folhas retraçadas, tipo esta. Também havia lá um pedacinho de tronco, mas.


Almoço

Pedi ao homem do restaurante que despachasse a gente rapidamente porque o meu colega não tinha bateria no telemóvel e assim ia ter de estar a olhar para mim enquanto esperávamos a chicha de peru, eu, e as lulas à algarvia, o meu colega. Riu-se bué, o homem do restaurante. Mesmo bué. Sonoramente. Eu também. Ah ah. Com ponto de exclamação, ele. Ah! Ah! É assim que se escreve, não é. É. Ah ah. Hum.

As horas que são

Trinta e nove minutos passados do meio-dia. Vou ali assim e já cá venho. Quero dizer, já, já nem por isso, ainda demoro um bocado.

Dias dum Estúdio
e também
Décima quinta Árvore de Natal

Ando há que tempos para fazer mais um postzinho acerca do Estúdio de Pilates que larguei no último dia do mês passado, novembro.Tenho fotos e tudo. Sério. Duma Árvore de Natal. Ah ah. Mas abaixo do texto. Ah ah. Que não vou descrever porque a imagem me dispensa disso.
Bom, adiante.
Na última aula o professor falou dos movimentos do corpo humano – marcha, levantamento, arremesso – que são sempre em espiral. E eu lembrei-me que o mundo é redondo e gira em torno de coisas, que por sua vez também giram. E são redondas. Ademais, o que a gente passa a vida a fazer é saltitar entre opostos, tanto se está alegre como triste, aborrecido como eufórico, lasso como enérgico. Não é. É. Já para não falar que um oposto roça no outro. Não é. É. Bom, vamos mas é às fotos, tiradas na última descida de escadas que fiz, só por dizer que estão na perspetiva de quem sobe. De nada, ora essa. Não vamos nada às foto, não para já, que ainda me falta uma coisinha. Ofereci um livro antiquíssimo ao professor, trata de ginástica sueca (não guardei a autoria, por isso não a posso registar, o que lamento) e foi-me oferecido por uma cliente que se ia desfazer os pertences duma familiar que morrera. Ele ficou contente, apreciando tanto o gesto como o livro em si. Este livro é tão velho que está como que a desintegrar-se, a gente não pode manuseá-lo bruscamente, quando não, pumba e coiso. Guardei um pedacinho que caiu. Juntei-lhe bolas douradas que retirei duma t-shirt de verão. Dispus tudo numa folha de papel. Colei uma fita-cola por cima disso tudo. Tirei uma foto. Agora é que é. Vamos então às fotos. Todas.




Posta-restante:
As fotos estão uma merda. Todas. Mas é o qu' há cá.

Estou atrasada

Olha, é assim: estou atrasadíssima, grau superlativo, qual atrasada, qual quê, íssima. Refiro-me à escrita, a ver vou se me acerto hoje. A ver hoje se me acerto. Hoje. Até já.

Coisas que não

Coisas que não fiz ontem à noite, domingo, e é costume:
Sopa de agrião
Pintar as unhas

Dia de (disseram na Radio)

Hoje é dia do algodão doce. Um dia muito fofinho, este. Um dia muito docinho, este. Um dia. Ah ah.
Este dia creio que nunca o registei, e se registei paciência, não é. É. Então vá, continuando, é que hoje é segunda-feira, sendo assim este 'dia de' não é falado na Radio desde dois mil e doze. E isto porquê, não é. É. Porque em dois mil e catorze foi domingo e em dois mil e treze foi sábado, e ao fim-de-semana não há 'dia de' na Radio. Portanto, pumba e coiso.

Na sexta-feira levei

Na sexta-feira levei daqui os 'chinches' que constam numa embalagem de inseticida para pesquisar na Internet. Será que a palavrita gira quereria dizer percevejos espanhóis...? É mesmo. Pronto, agora já sei: chinches são percevejos à moda de Espanha.

Segundo

Ora então pois que lá tive eu que criar um novo documento e copiar para lá todo o conteúdo do que vinha no habitual. Habitual. Ah ah. Isto já começa a ser habitual. Hum, ok, vá, já percebi que se não guardar o documento após retirar as coisinhas que coloco no blogue, o documento vem com a letra do tamanho com que saíu do estaminé, se não, ora bem, eis que vem com as letras garrafais numa página imensa e por isso praticamente ilegível. Poderia obviamente trazer sempre o documento como foi daqui, mas acontece que às vezes, como foi o caso este fim-de-semana, dá-me jeito trazer umas coisas de lá, sendo também óbvio que posso trazer as coisas de lá num outro documento. Olha, pois é, vou fazer isso da próxima vez. Isto é cá uma saga, pá... A vida tem de ser animada, não é. É.

Primeiro

Bom dia. São dez e oito. O dia está chuvoso, mas duma chuva branda, de pingos espaçados. Não há vento, daí a brandura, só por dizer que se espalha um cheiro mau. Cheira a Lisboa. Brandas, a chuva e a cidade.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Partiu-se

Partiu-se o copo que comprei naquele supermercado de complexo turístico em Maratea. Oh. Tinha o 'nutella' lá escrito e uns desenhos de bonecos e de folhas de papel com linhas e tinha Nutella lá dentro. Era um copo cheio daquele creme de chocolate e avelãs, italiano, comprado em Itália, Maratea, no supermercado.

«O homem do supermercado é um fofo. Mais um. Esforça-se por perceber o que peço e sorri cheio de simpatia. O homem do supermercado é um fofo, repito, mas também é mais um que acha que sou espanhola... Largou a frase italiana 'va bene cosi?' a qual eu gostava de ouvir pra caraças, para passar a dizer 'vale?' à moda espanhola. Lamento tanto. Sou portuguesa, 'migo, portuguesa.» 11|09|2013

Oh. O cortinado prendeu-se no copo e este caiu ao chão, partindo-se em pedaços e pedacinhos, que limpei de presto (presto é à italina, ah ah), antes que a cadela pisasse algum.
Pois que este copo deixei-o estar ao serviço, já o outro, aquele do restaurante em Trecchina...

«Trecchina. Em Trecchina, encontrámos finalmente um restaurante típico. Digo típico por ser como o que estava no meu imaginário de restaurante tipicamente italiano. Uma decoração simples mas cuidada, asseio, benevolência e prestabilidade por parte de quem serve. Comi 'pasta fresca fatto di mattina' com 'funghi' (massa fresca, feita de manhã com cogumelos), regada com um molho que já não lembro o nome mas que era apaladado, o que na verdade é o que mais importa. O casal que nos serviu mais pareciam anfitriões que outra coisa, o senhor inclusivamente sentou-se ao pé de nós para nos percebermos todos. E percebemos.»10|09|2013
«Olá, o meu nome é Gina, tenho quarenta e cinco anos e roubei um copo. Foi a minha primeira vez. A roubar um copo, quero eu dizer, que já tenho cadastro noutros objetos.» 20|09|2013

... Está bem guardado. É para recordação. Ah ah.

Meio

No meio sou eu. Ao redor também. Ah ah. A minha ideia é: a imagem ser tipo assim um antes&depois dos cabelos. A pessoa do meio é d' hoje, tem para aí três horas e a pessoa ao redor tem quinze dias. Lá que este antes&depois é diferente, é.


Pastéis de Nata

Olha, eh pá, a sério, fiquei estupefacta com o resultado da receita que fiz ontem, são um espanto, os pastéis de nata, um espanto, com tanto espanto fiquei estupefacta, que é como quem diz, e lá vem piada com piada e copiada, fiquei estúpida de facto. Ah ah. Retirei a receita dum dos tais pacotinhos de açúcar da Sidul mas não segui a receita tal e qual, para já porque me esqueci de comprar uma embalagem de meio litro de natas, que é o que a receita pede, vai daí havia embalagens mais pequenas cá em casa, de duzentos mililitros, então, para não ficar com restos de natas, os quais geralmente vão parar ao lixo, optei por usar apenas quatrocentos mililitros de natas e retirar duas gemas e cinquenta gramas de açúcar à receita original. Então vamos a isto, fiz assim:

Antes de mais convém levar ao lume
400 mililitros de natas
6 gemas
150 gramas de açúcar
2 colheres de chá (bem cheias) de amido de milho
1 casca de limão
até ferver e engrossar um pouco. Colocar num recipiente com bico e deixar arrefecer.
Ligar o forno a 260º.
Untar 14 forminhas (sério, dá pra
14
 pastéis de nata!!! e nem usei a receita toda!!! olha mais cem mililitros de natas e mais duas gemas e mais cinquenta gramas de açúcar!!! dava pra uns
20
!!!) com manteiga e polvilhá-las de farinha. Preenchê-las com massa folhada de compra (usei uma daquelas embalagens que têm 5 quadrados de massa, de marca boa, pessoal, olhem lá, nestas coisas usem marcas fixes, de nome, o nome muitas vezes, na verdade todas as vezes, é qualquer coisa, é sinónimo de qualidade), convém ir rodando e esticando um pouco para não ficar uma camada de massa muito grossa, o que a meu ver tornaria o pastel desproporcionado.
Encher as forminhas com o creme que entretanto já arrefeceu o suficiente. A pessoa que for desastrada ou impaciente, como eu, forre o tabuleiro de ir ao forno, sério, é melhor, é que quando se transporta um tabuleiro de cinquenta por quarenta, isto em centímetros, cheio de forminhas que têm lá dentro um creme um bocado líquido... vai entornar, e depois  aquilo vai ao forno, quente, aliás, muito quente, duzentos e sessenta graus é quente, queima, rápido, e, cheira, e, transmite, o, cheiro, aos, pastéis. Mas isso não aconteceu comigo. Desta vez. Pois.
Forrar o tabuleiro do forno com papel vegetal, depositar as forminhas cheias e introduzi-lo no forno para lá ficar 20 minutos.
É giro ver o creme empolar, liguei a luz, e aparecerem pequenas manchinhas escuras, tão próprias dos pastéis de nata. Como já referi no início deste post fiquei realmente surpreendida com o resultado por saber que os pastéis de nata não são fáceis de confecionar. Não vou dizer que estes estão sublimes, não estão, a meu ver falta-lhes mais limão, mas estão ótimos, principalmente porque a minha expetativa não estava nos píncaros. Sendo assim, olha, ainda bem que correu melhor do que esperava, não é. É.
Tenho fotos.


Não voltarei a repetir a façanha...

Não posso passar sem mostrar isto ao mundo

Primeiro

Boa tarde! São quinze e um! O dia está de nevoeiro! Não há sol! Oh! que pena! Se bem que já tenha estado mais denso! Ao que parece vai dissipar-se antes de anoitecer! Ena!

sábado, 5 de dezembro de 2015

No supermercado

Comprei uma série de coisas, como é meu costume. Vai na volta e compro sempre as mesmas coisas. Coisas. Ah ah. Coisas daquelas dos ricos filhos levarem para os seus lanches, coisas de leites, leites com coisas, tanto para o rico filho como para a rica filha, biscoitos para a cadela, com coisas para os dentes. E para os dentes dos donos todos que a cadela tem: duas embalagens de pasta de dentes, para dentes, quero eu dizer, que prometem, numa: un brillo saludable, noutra: brillo glamoroso. Ou então, se viro a casaca, falam inglês comigo, numa: healthy shine, noutra: glamorous shine. Mas comprei mais coisas. Ah ah.
algodão cotonetes papel higiénico desodorizante guardanapos detergente máquinas louça e roupa 
lava madeiras massa folhada chuchu beringela cenouras pimento amarelo cogumelos cebolas laranjas

Manhã de sábado

Loures, cinco de dezembro de dois mil e quinze, sete e cinquenta e sete da manhã.


Primeiro

Boa tarde. São catorze e trinta e quatro. Dia de sol e o caneco.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Quarenta e cinco passos




O trabalho que isto me deu, oh céus. Voltar atrás, tirar uma foto e outra, contar os passos. Fui seguida e tudo, creio que pelo meu ar circunspecto e suspeito e outras sombridades que me acompanham. Acompanham os meus dias. Preenchem os meus dias. Estás muito poética. Demasiado. Deixa-te mas é disso, vá.

Lugar da musa

Fiz eu a história, hoje. Deixei um recadinho para o moço que serve, e tira, os cafés. Depois fiquei nervosíssima. A bem dizer ainda estou. E se o moço... ia escrever 'não percebe', mas, ora porra, é claro que o moço não vai perceber. Não é falta de clareza no recado, é porque tenho esse condão. O moço não percebe, ok, vá, mas então e depois acontece o quê, manifesta-se, ou não...? Segunda-feira mergulharei novamente neste assunto. Se me lembrar, claro. É claro que me vou lembrar, pode é o moço não se lembrar.


As horas que são

São doze e cinquenta e um, vou almoçar não tarsa... ai perdão, tr... ai perdão, tarda. Escrevo muitas vezes, ou sempre, sei lá, tarsa qwuerendo... ai perdão, querendo escrever tarda, ou, veja-se, tarse querendo escrever tarde. Que giro que isto é, não é. É.

Postal de Natal

O estaminé recebeu o primeiro postal de Natal hoje de manhã.
Dia corrente: quatro de dezembro.
Registo o dia corrente por causa de este post vir a figurar no meio de muitos e depois os leitores não percebem em que dia é que este post fantástico foi construído.
Agora o postal, ou o assunto, é mais isso.
Há empresas onde não há registo de email por conta de na verdade este estaminé não se dedicar lá muito ao virtual, tanto que nem há Internet aqui, de maneiras que, eh pá, pronto, votos dum Feliz Natal e dum Ano Bom e pumba e coiso para toda a gente pela via tradicional. O desenho que vem no postal é giro mas receio mostrá-lo ao mundo, sei lá daquilo dos protocolos e mais não sei o quê, não vá a legislação desapoiar-me totalmente nesta demanda, quero com isto dizer que podem os bicharocos de lá não gostar da cena, eu mostrar coisas que não fiz e tal e vai daí, olha, não mostro. Mas é tão giro.

Dia de (disseram na Radio)

Ontem era para ter publicado, e escrito, isto mas sendo assim vai hoje. Ontem era dia da SMS, Short Message Service, por ser há vinte e três anos (1992) que foi enviada a primeira SMS, creio que com sucesso, e que dizia 'Merry Christmas'. Vai daí que a locutora se lembrou de pedir aos ouvintes que ligassem para lá a dizer qual a última SMS que haviam enviado. Enviado, não recebido. Então eu não posso deixar escapar este assunto, não é. É. A minha última... ai ó pá vou mas é deixar o quepse loque, sms foi construída arduamente, estou a brincar no arduamente, no dia treze de novembro e nela consta o seguinte: «sim, agradeço, bjs», resposta dirigida ao meu cabeleireiro aquando da marcação para a última visita, que quando lhe liguei ele estava com um cliente e perguntara se poderia ligar mais tarde, ao que respondi «aquilo» que já apontei supra. Entretanto, agora me lembro, não cheguei, ainda, a tirar fotos do depois do corte de cabelo, muito embora tenha tirado as do antes. Ah ah. Vai ter de ficar para outro post. Eu e as minhas coisinhas. Ah ah. Sempre posts a fazer. Sempre posts a fazer. Sempre posts a fazer. Sempre posts a fazer. Ah ah.

E agora o 'Dia de (disseram na Radio), este sim, é um assunto d' hoje. Hoje é dia de enviar a carta ao Pai Natal com os pedidos todos que a gente quer e mais não sei o quê, isto porque faltam precisamente vinte dias para a Noite da Consoada. Acho que já escrevi num ano qualquer uma carta dessas...

Roupa íntima

Enquanto eu relatava coisas acerca do meu sutiã para uma câmara gravar... Sério, sutiã. Bom, enquanto isso acontecia, e uma vez que havia fechado a porta da divisão onde me encontrava e estava a gravar também a minha imagem, lá ao fundo via-se, e vê-se, a cadela farejando a fresta da porta para saber se era por ali que tinha de seguir. Só por dizer que a porta estava fechada. Pois. Depois, como eu estava a falar, olhou-me muito interessada, mas percebendo que a conversa não era com ela, sentou o rabinho e manteve as patas dianteiras esticadas. Tão querida e fofa, o bicho-cão lindo da dona. Ah ah. Pobrezita. Fechada numa parte de casa com uma dona que fala sozinha. Ah ah.

As horas que são

Meio-dia, as horas. Ou quase, vá, que a Ana Moura canta e não se ouviu ainda o toque da Radio, mas pronto, é o relógio do estaminé que está adiantado. Meio-dia e um, agora. Ah ah. Só para que conste: o pc diz que é meio-dia e quatro. Já o acertei com o toque da Radio, que já deu o toque.

Pela calada

Primeiro

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Nem

Nem o lugar da musa nem a árvore amarela têm tido novidades. Pondero se sou eu que não as procuro. Mas, vindo dizer que por ora não me dispensam novidades, já lhes acrescento história. Tenho é de escrever coisas, é-me necessário, sou grafómana. Ontem lembrei a fase em que fiz esta descoberta. Grafómana. Ah ah. Ou tendo a sê-lo, às tantas não sou grafómana porra nenhuma, que é lá isso. Mas gostava. Hum, se calhar sou. Sou aquilo que eu quiser, no pensamento e no lbogue... ai perdão, blogue.

Caravela

Lá em cima há uma caravela alusiva à lenda de são Vicente e os corvos, representantes da cidade de Lisboa. Só por dizer que daqui não se vê a caravela como eu queria. Eu ia lá amanhar aquilo mas não tenho como chegar e ademais tenho medo da vacuidade. Note bem: da vacuidade, não da altura. É ar. O ar mete-me medo.




Notas:
As primeira e segunda fotos foram tiradas aquando eu sentada no banco hater
As terceira e quarta fotos foram tiradas aquando eu sentada no banco nadum

Dias de um Ginásio
e também é como se fosse a
Décima quarta Árvore de Natal

Ontem lá fui eu ao Ginásio, não é. É.
Ó Gina, quantas Árvores de Natal havia no Ginásio?
Cinco no primeiro andar, quatro no rés-do-chão, sendo que uma estava sem luzes. Luzinhas. Luzinhas essas que piscavam e piscavam e piscavam. E piscavam também nalguns corrimões. Sério, enrolaram lá fios de luzinhas que piscam. A enfeitar havia mais coisas, vasinhos e vasos com aquela planta, ou flor ou lá que é, do Natal, verde nas folhas de baixo e quanto mais cresce mais vermelhas vão ficando, ainda lhes desconheço o nome, portanto continuo a descrevê-las assim, sendo que os vasinhos havia um em cada mesinha do ol e os vasos havia um na receção e outro no mitingue póinte.
De resto, pois que adorei regressar ao Ginásio, fui bem recebida, é porreiro a gente notar que de certo modo fazemos falta, ou principalmente notar que as pessoas nos recordam e se agradam com o nosso regresso.
Pilates, i-ei. Foi bom ter outro professor, se bem que, como este Ginásio é imenso, obviamente não há uma atenção tão particular como era no Estúdio. Olha, paciência.

Primeiro

Bom dia. São onze e cinquenta e nove. Por um poucochinho de nada não era boa tarde, oh céus, que aflição. Que aflição também aquilo do documento com letras gigantescas, é que voltou a acontecer, vai daí que me safei como ontem e anteontem. Este aqui é um novo documento com o nome de sempre. O dia acordou nublado mas as nuvens levantaram-se mais cedo que ontem, quando cheguei ao estaminé já estava um sol lindo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Obituário

As pantufas da dona Genoveva, acerca das quais já aqui falei, fez-me lembrar dum obituário que ainda não registei.

A dona Mariazinha morreu.

Pronto, a dona Mariazinha morrendo, como efetivamente aconteceu, pois que já lhe posso chamar assim, não é. É. Aqui no blogue a dona Mariazinha figurava como 'Dona Petra' por conta do seu apelido, o qual não revelo nem por nada.
Então e as pantufas da dona Genoveva fizeram-me lembrar de vir registar o obituário da dona Mariazinha porquê, não é. É. Porque a dona Mariazinha também ostentava, diga-se orgulhosamente, e quando se usa o verbo ostentar e/ou seus derivados já se faz alusão a um orgulho considerável, não é. É. Mas adiante. Dizia eu que a dona Mariazinha, quando viva, ostentava a sua malinha de pele de cortiça fininha, o que na verdade já apareceu no blogue da vez em que falei das pantufas da dona Genoveva. Este post está confuso. Mas adiante outra vez. A dona Mariazinha existe num conto que publiquei numa coletânea*. A dona Mariazinha existe em montes de posts meus. A dona Mariazinha conseguia um som espectacular, que eu obviamente nunca mais vou ouvir, que era o tique-tique-tique da sua bengala assentando na calçada, vai daí eu adivinhava-lhe a passagem, tipo assim: olha, vem lá a dona Mariazinha. Bom, enfim, coiso, deu-me pena o seu desaparecimento e a bem dizer perdi uma cliente. Mas adiante uma vez mais. A última neste post.

*Beijos de Bicos, Dias de uma Grafómana (Pouco) Amorosa, Gina G

Décima terceira Árvore de Natal

Loja de roupa, subindo a avenida. Roupas de marca finória. É uma Árvore de Natal em verde, com um metro e vinte, enfeitada com cogumelos de peluche e pompons de lã grossa. É indubitavelmente uma Árvore de Natal original ao nível dos enfeites.

Tenho-me esquecido

Tenho-me esquecido de registar que uso luvas desde segunda-feira, dia trinta de novembro. Por estes dias tenho-as usado somente às saídas, de casa e do estaminé, dispensando por ora o intervalo grande.

Décima segunda Árvore de Natal

Montra de loja de artigos de vestuário em pele e em pelos e pelinhos. É uma Árvore de Natal cuja copa foi cortada para aí colocar o busto... Bom, não somente o busto, um bocadinho mais abaixo, a boneca termina no quadril, feita de madeira, com braços articulados e de rosto sem qualquer expressão. Mesmo assim há expressão, que a gente olha (neste caso eu olho) para o resto do corpo e retira (neste caso eu retiro) a vida daí. Veja-se: tem uma pulseira de pequenas pérolas falsas no pulso esquerdo, um anel no dedo indicador direito, um colar de grandes pérolas no pescoço que é rematado com uma flor em tecido com montes de pétalas. Na anca tem uma faixa de penas brancas, o corpo é bordado a contas prateadas e está numa posição onde a gente denota (neste caso eu denoto) alegria e glamour. A Árvore é enfeitada parcamente, quiçá para equilibrar tanto enfeite na boneca, com bolas feitas de folhas de papel de jornal. Ah, e as luzinhas, todas amarelas, piscam e piscam e piscam e piscam.

Coisas

Fichas tê vê: vinha uma dúzia num saquinho, seis macho e seis fêmea. Separei-as por género e coloquei-as no expositor. O passo era tão importante que me sentei. Com os casquilhos é vinte sete não foi preciso tanta cerimónia. Embora receosa de que algo corresse mal, o empenho não esmoreceu. De nada, ora essa.

...

Amanhã chove

Assim de repente

Assim de repente e tal e coiso: escrevo o quê? Da sapatarias. Sapatarias, plural, visitei várias. É que preciso dumas coisas para os pés e ando a sondar. Modelos não faltam. Nem pés.

Almoço

Arroz de pato gratinado no forno. Uma dose que dividi com o meu colega. Nem sei se fui que dividi ou foi ele. Não, ou sim, antes sim, fui eu. Meio pedaço duma tirinha de bacon, uma rodela de chouriço, duas rodelas de cenoura, uma azeitona, quinze pedaços de chicha e centenas de bagos de arroz, isto para cada um da gente os dois. A rodela de laranja que vem a guarnecer a travessa comi-a eu, que o meu colega é um querido e deixa-me comê-la toda.

As horas que são

Onze e quarenta e três. Olha, eu vou trabalhar, está bem? Espero que não se note nada a minha falta.
Será que as letras do teclado clamam por mim, aflitas, desgostosas, quando não as calco repetidamente...?!
Faustosamente também ficava bem, que isto de escrever é um fausto.

Cliente

A foto é duma folha que a cliente trazia presa no cabelo. Pedi licença para lha retirar. Deixou e riu-se mais ou menos muito. Isto do 'mais ou menos muito' é eu a querer dizer que ela se riu nervosamente pelo embaraço imenso, que era tanto mas mesmo assim rapidamente chutou de si.


Das vendas

Tenho uma Árvore de Natal para vender. Artificial. Olha só o tamanhão da pinha dela.


Dias dum Estúdio
e também
Dias de um Ginásio

Pois que deixei o Pilates no Estúdio. Ó pá, é assim: tenho montes de pena, estou aqui que não posso, aquilo era tão bom, tão particular, (o professor é) tão atencioso, tão pouquinha gente, mas... Não me chega. Como ando bem melhor das costas e no Ginásio que frequentava me readmitem com as condições do costume, regresso. Hoje. Hoje há Pilates, i-ei!

Lanchinho da manhã

Já comi a laranjinha. Muito boa. Aliás: boa, só boa, sem o 'muito', que sabia um bocado a chão. É assim que a minha mãe define as laranjas velhas, se caídas ao chão adquirem um sabor acre e um tudo-nada desagradável.

Novembro acabou

Novembro acabou! É isso! Passou o seu tempo! E eu criei
405
em
30
dias! O que resulta numa média de
13.50
posts diários! Os tais
14
posts por dia! Oh céus! Como estou feliz! E este empenhamento que sinto! Ah! Tão bom!


A caminho

Esta sim, é uma foto d' hoje. Papel com frase gira dum lado e publicidade a uma coisa qualquer do outro. Mas com a frase gira virada para mim. No meio do chão. E pumba e coiso.

A caminho

Esta foto é do caminho d' ontem. O rico filho perguntou se podia arrancar, o sinal abrira. Disse-lhe que sim e reforcei que foto nenhuma vale a espera dum carro no meio da estrada. Já antes acontecera um clique e ele ficou admirado: 'Pensei que estavas a tirar fotos aos semáforos'. 'E estava!', ripostei eu. Mostrei-lha. Sorriu condescendentemente. Poucas vezes arranco um sorriso diferente dos meus mais chegados, se confrontados com as minhas particularidades e/ou gostos pessoais. Condescendência para com as minhas coisinhas. Hum, não é mau de todo, claro que não.


Segundo

Estou esquisita. Diz que o nevoeiro põe as pessoas doentes. Então, olha, é isso.

Primeiro

Bom dia. São dez e onze mas era para ser dez certinhas, sem minutos, mas eventualmente com alguns segundos. Quero isto dizer que demorei este tempo todo a tentar repor o tamanho da letra deste documento. Não sei lá porquê, desde ontem que o documento se me chega aqui em letras garrafais, há algum conflito entre o pc de casa e o do estaminé. Bem que procurei a solução, mas como estou atrasadíssima com isto de escrever, ontem quase não escrevi, além de atrasada, estou saudosa, para me despachar decidi criar um novo documento, não lhe dar nome algum, copiar para aí os rascunhos que tenho no documento antigo, fechar, guardando, e pronto. Eh pá, sei lá porque é que o tipo e tamanho de letra ficaram iguais às minhas opções antigas, se afinal o documento é novo! Olha, fica assim e amanhã logo vejo se o episódio volta a acontecer. Aliás: já ontem passei por este processo todo, o documento que hoje eliminei foi criado tal e qual isto que descrevo. Bom, adiante. Ah, o dia está de nevoeiro. Mas isto passa. Não me importo grande coisa com nevoeiro e ademais não está assim muito frio. Achega: há montes de tempo que não acontecia um primeiro post tão extenso como este, estou mesmo saudosa de escrever.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Primeiro

Boa noite. Boa noite?! Pois, que já é de noite, são dezassete e quarenta e sete e, pelo que se deduz, julgando eu que alguém quer deduzir alguma coisa do que está a ler, e mais presunção – ou esperança? - há de que alguém leia, pois bem, então, ai porra tanto engasgo, e se lembre de deduzir questiúnculas da minha vida, a verdade é que, lá vem ela, a verdade, é que hoje ainda não tinha tido tempo para escrever. E por aqui me fico. Até amanhã.