Contrariamente ao que se vê habitualmente por este blogue em termos de bons-dias, este é um bocado extenso, são trinta e sete imagens. Pronto, ok, vá, hoje é feriado, a manhã estava soalheira e por isso o passeio da cadela pôde ser longo. Ei-las, as imagens desta manhã.
Gina, a mulher que tem um blogue
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
Do almoço
O almoço de Natal do CPM já aconteceu, e aconteceu no CNEMA, em Santarém. Neste evento tirei poucas fotos, contrariando o meu costume, que as tiro às centenas. Mas não, há pouquinhas, pouquinhas.
Azedas, já as há, incrivelmente.
Viga, a sombra que se vê nela é a minha cabeça.
Pés de outra gente, bem, aqui fui buscar um hábito antigo, cada vez que vou a uma coisa destas fotografo os pés das pessoas.
Zoom do arvoredo, umas árvores mais perto, outras mais longe e tal...
Botas, as minhas.
Holofotes, porque sim.
Dedos, estava a ver umas coisas com a máquina ligada e notando os meus dedos cliquei.
Mamas, a ideia principal era fotografar o autocolante com o nick.
Cisnes, queria os dois de cabeça levantada mas eles não me fizeram a vontade, se bem que os seus reflexos se vejam na água, o que me anima.
Pôr-do-sol, lindíssimo, como de resto sempre o é.
Estrutura, porque sim.
Luva, caiu no chão e eu achei que ficava bem no ecrã, a luva e um pedaço da minha mota.
A fotografia mais gira foi aquela que não tirei: estrada número três, quilómetro vinte e tal, direção Lisboa, vi escrito num pilar sem tinta: amor, amor, tanto. Aquilo sim, era uma fotografia. E tanto.
sábado, 6 de dezembro de 2014
Vida doce
Fiz o bolo mármore, cuja receita vinha num pacote de açúcar de quilo. Quando comprei o pacote, comprei-o justamente devido à receita simples e também por vir escrita em espanhol, achei curioso. Daqui a dias, se me lembrar, ponho aqui a receita completa, hoje não tenho disposição para tal. Deixo colagem de fotos com as cores amplificadas e acabou a conversa por agora.
Vá para a prisão
Rica filha começa a contar-me que uma amiga lhe telefonou e brincando iniciou a conversa assim:
Olhe, daqui fala da esquadra de Loures...
Primeiro pensamento da rica filha:
Ai que a minha mãe foi presa!
Cá em casa anda tudo traumatizado, este repente da rica filha tem um bocado que ver com este post.
Olhe, daqui fala da esquadra de Loures...
Primeiro pensamento da rica filha:
Ai que a minha mãe foi presa!
Cá em casa anda tudo traumatizado, este repente da rica filha tem um bocado que ver com este post.
Bom dia!
A foto está um bocado afunilada, faz de conta que é de propósito. Lembretes: o sinal de trânsito estar de costas é propositado, quanto à sua inclinação, não me pertence tal culpa, mas não fica tão bem encaixado por baixo do candeeiro? Foi isso o que me fez tirar esta foto.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Outono
Ele disse-me que viveu uma cena que o fez lembrar de mim. Foi assim: de repente caiu-lhe uma folha no peito que ele olhou num relance, e logo de seguida choveram-lhe muitas folhas em cima, enquanto outras rodopiavam no chão, o que lhe proporcionou uma visão linda e uma sensação agradável.
Ou seja: viveste uma cena poética. (disse eu)
Sim. (respondeu ele)
Há poesia, não só na cena outonal que ele viveu mas também em cada frase que escrevi neste post, isto para quem a quiser descobrir.
…
A conversa está intimamente ligada à infelicidade.
Quanto mais de uma, mais de outra.
Crescem juntas.
Pois.
Quanto mais de uma, mais de outra.
Crescem juntas.
Pois.
Por aí
Andava eu perscrutando prateleiras na grande loja de bugigangas para o lar quando ouço alguém perguntar:
'Desculpe, a senhora trabalha aqui?'
Caraças pá, mas eu não consigo ter ar de senhora endinheirada que anda a fazer as comprinhas de Natal?!
Agora vou daqui
Agora vou daqui para almoço. O meu maior desejo é ver a vida a voltar ao normal. Digo isto porque a minha vida se alterou um bocado devido a uma situação mirabolante: fui perseguida por dois homens fardados, interpelada e admoestada por um deles e fodida pelos dois. Mas mal fodida. Assim não, 'migos. Perseguida e blás. Ah ah. E digo eu que ninguém me liga. Qual quê. Montes de atenção só pra mim. Montes. Coima com dois zeros à direita. Excesso de velocidade. E eu que gosto tanto…
Agora vou daqui, preciso tanto da normalidade, quero estar no lugar da musa, quero ver a árvore amarela. Vá lá.
Vida doce
Imagem digitalizada a partir de um pacote de quilo de açúcar fino. Já está. Post. Não está.
Imagem imprimida. Já está. Bolo no prato, fumegando. Não está.
Amanhã, sábado, vou fazer bolo. Bolo mármore. Receita escrita em espanhol. Safo-me na mesma. Ora essa.
|Na onda da escrita telegráfica novamente...? Não.|
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Cliente
Falava cheia de genica e por causa disso avistei-lhe pedacinhos brancos aos rebolões dentro da boca. Assim de repente pareceu-me esferovite, claro que mal seria se a senhora tivesse estado a comer isso, mas pronto, diz que há malucos para tudo, e o certo é que fiquei quase crente nos pedacinhos de esferovite quando lhe saltaram dois ou três e se me aterraram no balcão. Já limpei, já, se bem que não me tenha certificado acerca da matéria de que eram feitos os tais pedacinhos.
Este post é um bocado nojento, vou mas é escrever outras coisas.
Antes & Depois
ou
A unha desta bloguista
Bom...
… Para tudo. Parou. José Sócrates escreveu uma carta a vermelho. Uma carta não sei para quem, a dizer não sei o quê, escrita a vermelho. Vermelho.
Post do passado, há muito, muito, muito passado, e a verdade é que do passado se pode fazer presente, que é de resto o que estou a fazer
No passado dia oito de novembro, há portanto quase um mês atrás, fui a um evento do Clube Português de Maxiscooters e tirei montes de fotos, pois claro que tirei. Estava um dia cinzento mas também chuvoso e este post existe principalmente por isso, por causa da chuva que caía a foto abaixo está linda, veja-se os grossos pingos e as nuvens de vapor que os pneus das motas expulsam.
Entretanto devo dizer que na altura do dito evento fiz um post com uma catrefada de fotos, pois fiz, e não que isso constitua novidade, mas não cheguei a publicar esta em particular porque se notava demasiado bem as matrículas das motas e eu não quero cá confusões. Vai daí, andei montes de tempo para alterar a foto apagando as matrículas, ia-me esquecendo e esquecendo, e o tempo foi passando. Hoje é o dia. Ei-la.
Post do passado, mais passado ainda que o passado do post anterior
No outro dia levei o meu colega a beber café no lugar da musa. Enquanto bebericávamos o café apontei para algumas pessoas, revelando-lhe algumas das figuras que por ali se movem e que constam no blogue, contei do moço que recentemente iniciou a tarefa de servir cafés, o qual já tem post, e mencionei ainda que a moça antes dele nunca tinha sido destacada no blogue porque entretanto me tinha esquecido mas que devia tê-lo feito porque o seu jeito de me cumprimentar era especialmente alegre:
Olá, boa tarde, como está a senhora? É um cafezinho, não é verdade?
Era assim. Só falta falar do modo peculiar como ela pronunciava o 'cafezinho', era algo rente ao 'cafedinho'. Rente, disse eu. Não chegava lá.
Post do passado, passado uma data de dias
Era Lisboa, era dia vinte e oito de novembro, era sexta-feira, eram cinco e tal da tarde, portanto, nesta altura do ano, era quase noite.
De manhã ouvira na Radio que se acenderiam as luzes de Natal em Lisboa e também no Porto. E pronto, em Lisboa, àquela hora, notei que já se espalhavam as coloridas luzinhas, desenhando a bonecada alusiva à época, restava apenas saber se no Porto também, ou então não.
Primeiro
Olá, bom dia. Ontem não publiquei coisinhas no blogue, no entanto tirei logo pela manhã uma foto para fazer o post do bom-dia de ontem, a qual publico hoje.
Bom dia!
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Comentário surpreendente
Quando abri a caixa de correio eletrónico vi que tinha um comentário anónimo para aprovar. Li o comentário e... Bom, a sério, estarreci. O comentário dizia respeito a um post onde relatei sucintamente o que achei de um livro que terminei de ler recentemente: 'Experiências Descritivas', Rita Taborda Duarte e André Barata (ver aqui), e acontece que era um comentário do próprio autor do livro, André Barata, que me agradeceu o facto de ter lido o seu livro, bem como ter construído aquele mesmo post opinativo e ainda por lhe ter feito algumas outras referências, deixando, também, uma sugestão literária que eu por minha vez passo palavra (ver aqui). Eh pá, a sério, obrigada por existirem escritores assim.
Seguidamente publico novamente um excerto, o qual aprecio e não é pouco.
«Não é verdade que haja em mim algo inacessível aos outros, como se isso que há em mim fosse uma linguagem privada e o que há nos outros fossem outras linguagens privadas. Não, não há nada em mim inacessível por si só; o que sucede, seja isso bom ou mau, é que o meu caminho de acesso às coisas não é o caminho que mais alguém possa percorrer.»
Ora essa, então pois que
Ora essa, então pois que estou mais ou menos melhor, obrigadinha.
Não me posso queixar, há pessoas com um cancro fatídico, outras sem um lar minimamente aceitável.
Cada espirro é um tormento, falar é uma aflição.
Não me posso queixar, há bebés que nascem sem as mãos, outros com o coração fraquinho, fraquinho.
Ficamos assim: a gente hoje ainda se vai ver mais vezes.
Não me posso queixar, há pessoas com um cancro fatídico, outras sem um lar minimamente aceitável.
Cada espirro é um tormento, falar é uma aflição.
Não me posso queixar, há bebés que nascem sem as mãos, outros com o coração fraquinho, fraquinho.
Ficamos assim: a gente hoje ainda se vai ver mais vezes.
A voz
O meu colega disse que eu hoje tenho uma voz máscula. Eu acho que assim sendo posso ir ter com a dona Carminda, ela que trata tão melhor os homens.
Dia de (disseram na Radio)
Hoje é dia do rafeiro, é portanto dia de celebrar e enaltecer as pessoas lindas e os seres humanos maravilhosos que tiveram a felicíssima ideia de ir buscar um cão ao canil para morar lá em casa.
Eu.
Pois.
Olívia, a cadela, é um cão amoroso e estrondosamente feliz. Estrondosamente porque faz um escarcéu do caraças quando a gente chega a casa.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Duas linhas
Estou doente, daí o pouco movimento.
Ora essa, não tem de quê, a gente vê-se noutro dia.
Ora essa, não tem de quê, a gente vê-se noutro dia.
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