Gina, a mulher que tem um blogue

Gina, a mulher que tem um blogue

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

3567



* não é o mesmo que **. Nem a mesma pessoa. Nem o mesmo tempo verbal. Tampouco a mesma situação.

...

Ironia: mas tu não quiseste.

N

Mil
Cem
Dez

330; 50;5; 5000

Dia de

Hoje é o dia do olá e o dia da televisão.
Os olás digo eu com fartura durante todo o dia, e até prefiro o olá ao bom-dia ou boa-tarde ou boa-noite. Quanto a mim o olá é simples e eficiente, toda a gente ouve, e não há enganos de horas nem nada disso assim.
A televisão não me diz muito, obviamente gosto dalguns programas e efetivamente vejo-os sempre que posso, mas não sou dependente.
Achei um piadão que num genérico apresentado hoje de manhã pela Radio Comercial, se ouvisse ‘Mãe, o Phineas & Ferb cantaram a canção de abertura!’ A rica filha está sempre na brincadeira com essa frase. Chama-me:
‘Mãe!’
Obviamente julgo que é outra coisa e respondo, então ela salta de lá com o resto:
‘O Phineas & Ferb cantaram a canção de abertura.’
E depois a gente ri-se.

Gina, a mulher que tem uma mota

Primeira vez. Tivemos um furo com a mota e eu aproveitei para fotografar lugares que estão sempre parados, sempre lá, presentes, mas nunca iguais porque os dias vão sendo sempre diferentes. Porém, ficam estes momentos congelados aqui.
A registar ainda: o furo foi detetado a cinquenta metros duma casa de pneus. Que sorte imensa.


Mealhada, 21 de novembro de 2013

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fecha a porta...
A sério, fecha lá a porta...

Rascunhos

Vou parar com o ramerrão dos últimos dois dias: registar quantos rascunhos deixo para o porvir.

1º enquanto escrevente, rascunhar e deixar repousar faz-me falta em alguns textos

2º de manhã descobri algo que rascunhei no pino do verão e depois lembrei-me de mais uma série de rascunhos que repousam desde a primavera

3º por ora não apresentarei nenhum desses rascunhos

Sonido

Os sons têm eco. Não, isso era ontem. Os sons tinham eco. Os sons não têm eco.

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O
|meu|
espírito liberta
|-se|
quando
|me|
diz o que
|é bom de|
escrever.

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Restam poucas folhas na árvore amarela. Duas. Que outono tão despachado, este. Parece-me.

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Lugar da musa. Não há pau de canela. Ainda.

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Lugar da musa. A igual hoje tem companhia, duas mulheres que percebem de livros, e sei que percebem de livros porque estão a falar deles usando palavras convictas. Gostei de as ouvir até ao momento em que uma delas refere 'português correto' – convictamente -, essa expressão arrefece a minha alma, porquanto não existe português incorreto, português está implicitamente correto, não há outro português senão o português, 'miga, que não se desclassifique a língua portuguesa.

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Aconteceu-me algo estrondoso que entretanto silenciei, porquanto preciso da dúvida. Pode ser que não tenha acontecido. Não sei se aconteceu. Aconteceu ou então não.

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Ironia: mas ele não quer.

Para ficar de recordação

As chaves do meu primeiro carro: Vauxhall Viva 1300 L.

Ontem...

… Esqueci-me de publicar as fotos do dia. Têm pouca importância, foi por isso.






terça-feira, 19 de novembro de 2013

Fim do dia

E hoje, quantos rascunhos deixo para o porvir? 0 (zero) no documento; meia dúzia (6) na cabeça. Nem vou dormir descansada.

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Quantas folhas apanhaste hoje? Zero. 0 não é O, muito menos o. O não é 0 e o então nem se fala.

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Lugar da musa. Faltou o pau de canela mergulhado no café. Falta-me o pau há uma série de dias, tenho-lhe sentido a falta. Sim, estou a ironizar e a prevaricar. Sei fazer isso tão bem, pouquíssimas vezes me afasto desse tom de escrita.

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Lugar da musa. O gordo é ridículo. Pede se tem a bolachinha. Que o moço esqueceu. Ri-se. Que não devia comê-la mas pronto. Encolhe os ombros. Se fosse magro era ridículo à mesma. Só mudava o tom com que penso quão ridículas são as pessoas.