Gina, a mulher que tem um blogue

Gina, a mulher que tem um blogue

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Lisboa; Cais do Sodré; 8 de julho de 2015; 18:50

Fashion tips

Colares em várias (todas?!) as posições. Kamasutra da moda, enquanto penduricalho de pôr ao pescoço. Ah ah.
Eis as fotos virgens. Quero dizer, um bocadinho remexidas, tanto que lhes falta uns milímetros, mas pronto.




ah ah eu estou nestas fotos ah ah



descobri um 'arranjador' de fotos muito bom e giro e barato tão barato que é grátis e entretanto já andei a fazer umas coisitas dentre elas a foto fantástica que está acima deste texto bem como a foto pirosa que está abaixo deste texto ah ah
ah ah eu estou nestas fotos ah ah




O site de transformação de fotos de que falo neste post é o befunky

Fashion tips

'Miguxas lindas, é assim: não comprem um casaco destes se o intuito é protegerem-se do frio, é que não dá mesmo para esquecer a porra do frio, que esta espécie de casaco escorrega-se por mim abaixo e o caraças. A sério: deixem ficar estes modelos na prateleira, não comprem.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Cliente

Boa tarde!
Olá!
Precisava que me dissesses uma coisa...
E confias no meu saber.
… Pois.
Ah ah.
Ah ah.

Aquelas

Aquelas vigas que suportam os holofotes no Estádio do Jamor são assim como que a torre de Pisa, não é. É.
Só por dizer que são bués, não é. É.
E a torre de Pisa é só uma, não é. É.
Há também uma torre, ou um farol, sei lá, assim todo torto e o caneco ali para os lados de Belém, não é. É.
No parágrafo anterior devia ter colocado uma vírgula depois do torto e logo após o caneco, não é. É. Não é nada.

Tenho um amigo...
e também
Gina, a mulher que tem outra mota

Migum234 veio-me buscar na sua mota mui potente. Que fixe. Uma canção viajava de um capacete ao outro. Sério, os capacetes tinham inclusive microfone para a gente falar, em querendo, mas não quisemos. Houve música até ao túnel. Nada como uma má cobertura para acabar com o pio seja lá do(e) que(m) for.

Sim, estou aqui

Estou então no estaminé. Quem diria e tal e coiso. Não, nada disso, é que de manhã não vim por conta da dor, leia-se dador. Ah ah. Estou habituada a estar doente da cabeça, não do corpo. Pois. À cabeça já eu estou habituada, às dores, às tristezas, às confusões, ao corpo doente não, e brinco com a minha realidade para a contrariar. Se isto faz sentido. Pergunto. Claro que sim. Respondo. No fundo faço o mesmo com o mal-estar na cabeça, não é. É.

Eu...
Estou aqui...

Lisboa;
8 de julho de 2015
14:19
29º

terça-feira, 7 de julho de 2015

Da desfeita

Dias de um Ginásio

Ontem deixei escrito que ia ter uma consulta com o senhor professor de Pilates e tive. Vou chamar-lhe Pedro, porquanto é um nome que tem dês e érres na segunda (e última) sílaba, tal como o dele.
Foi bom ter aquela consulta, descobri que há um músculo no corpo, aliás, dois, chamados de ‘pessoas’. Ah, então temos mesmo pessoas dentro de nós, exclamei eu. O Pedro sorriu. Às tantas escreve-se ‘pessouas’. Ah ah. Eu depois pesquiso, assim me lembre de tal coisa. São esses os músculos que tenho afetados e que não me deixam andar direita. Fixam-se, veja-se, algures por ali nas pernas, ou lá que é, cruza por trás, pelas nalgas, ah pois, e fixa-se na lombar. São os músculos responsáveis por levantarmos as pernas para andar ou simplesmente as elevarmos em qualquer outra circunstância. E os meus pessoas (pessouas...?!) estão inflamados. Deixem-me só dizer, já agora, que as anotações acerca destes músculos foram feitas de cor, não pesquisei.
Pois é, o Pedro, calcou o polegar mesmo junto à minha crista ilíaca, mandou-me elevar ligeiramente a perna para sentir o meu pessoas...
Psoas, é psoas, fui pesquisar. Psoas, ah ah. Tenho os psoas inflamados, não os pessoas ou tampouco os pessouas. Ah ah.
Quando houve a certeza de onde se encontra o mal e após uma série de testes, tipo ‘estica a perna, puxa, dói-te?, espera aí, deixa-me pensar…’ O Pedro receitou-me uns certos alongamentos, isto no sentido de esticar os psoas e eliminar gradualmente a inflamação, bem como as dores.
E pronto, vim embora bem melhor, afinal o Pedro sabe onde mexe e por isso pressionou pontos críticos, pressão essa que me aliviou bastante. No fim agradeci-lhe imenso e ele despediu-se dizendo ‘de nada, é um prazer ajudar-te’.





lembra-te da sequência:
junta joelho;
afasta;
para trás;
empurra braço;
corpo direito;
três vezes ao dia, no mínimo… e quantas repetições…? oh céus…


Ver aqui alguma informação acerca dos psoas. Nesta página verifiquei que não existe plural do psoas, portanto quiçá seja só um músculo, mas eu, que já tinha o texto pronto e me referi um sem-número de vezes no plural, olha, paciência, fica assim, que mal não faz.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dias de Ginásio

Daqui a nada vou ter uma consulta com o senhor professor de Pilates. A ver se percebo, finalmente, em que modos anda o meu corpo, pois, para ser sincera, não o estou a perceber. 

Deitei fora

Deitei fora uma série de fotos. Fi-lo inadvertidamente e por conta do segredo. O segredo é-o enquanto isso, enquanto se mantiver secreto. Ultrassecreto. Se descoberto, o segredo passa a ser uma verdade, ou lá que é.

Que saudades

Que saudades da árvore amarela, do lugar da musa, das pessoas que não conheço. Hum, ok, vá, um dia torno a ver tudo isso e até as gentes comuns nos meus dias. Comuns?! Pois.
Entrou uma brisa no estaminé. Repentinamente e nada demorada. Querendo, eu podia dizer que era a resposta da árvore, do lugar e da gente que não conheço. Assim, escrevo. Escrever é como dizer, não é. É. Não é nada.

Num dia

Num dia em que tinha um imenso percurso a fazer, considerei que levaria quarenta minutos até lá. Mas não. Foram vinte e cinco.
Aquela árvore afinal não está morta. A que está no caminho que refiro no parágrafo anterior. Pois é, afinal não. É verão, agora, e ela floresceu. Calhando até floriu, não sei, nunca atentei nisso, apesar de lá passar todos dos dias, mas não apeada como naquele dia.
Colhi uma flor do campo, no lado oposto, à beira da estrada. É linda, parece um chapéu florido. Um cogumelo. Mas com flores. Houve inclusive um post qualquer onde a descrevi. Mas mal descrita. Ou não muito bem descrita, vá. Quero dizer: descrita não muito diferentemente do meu costume. Aquele costume que ninguém entende. Pois. Vou transcrever para aqui. Digo: o tal texto. Seguidamente tiro uma foto à flor que entretanto secou pelos dias passados.


«Vi centenas de campos de papoilas e centenas de campos de flores lilases (desconheço o nome) e centenas de campos de flores amarelas (desconheço o nome), o que perfaz um total de uns quantos milhares de papoilas e das outras flores de que desconheço o nome. Quiçá sejam milhões. Há no entanto flores em lilás e em amarelo, mas de outro feitio, e há também em cor-de-rosa e em branco, mas nomes de umas e de outras, não sei. Aquelas brancas de caule fininho, que abre muitos braços dando azo a pétalas pequeninas. E imensas. Essas fazem-me lembrar um cogumelo, tipo assim com aquela espécie de copa que o cogumelo tem, mas em achatado, como que um planalto, vá, e de caule fininho, se comparado... Mal comparado, quero eu dizer... Pois, não tem nada a ver. Esqueçamos o cogumelo então, e eu fico de colher flores dessas nos campos da minha cidade num dia vindouro e tirar fotos logo a seguir. Passei por elas todas, as flores, sempre ficando com vontade de parar no meio da estrada e correr para me rebolar e arrasar o jardim natural. Mas não. Vi também centenas de outras coisas mas decerto não conseguirei falar/escrever acerca de todas elas. |5 de maio de 2015|»


Tenho umas

Tenho umas saudades do caraças de escrever. Sério, estou aqui que não posso, pois estou, não só pelo mal estar físico mas também por causa dessa saudades que digo sentir, e sinto.
Tenho escrito na mesma, é um facto, mas tão poucochinho. Tenho falado, lá isso tenho, produzindo toscamente os meus relatos orais. Olarila. Mas não os publiquei. Ainda. Mais logo, talvez.

27

Levo vinte e sete segundos a ir buscar um copo de água. Se fosse mosca levava dez, do quarto à cozinha. Reformulando: do quarto à cozinha e da cozinha ao quarto levo vinte e sete segundos.

Ó Gina

Ó Gina, então estás melhor. Pergunto-me. Não. Repondo-me. Então que estás tu a fazer no estaminé. Pergunto-me. Sou suficientemente estúpida, mas também diligente, para vir adiantar o trabalho.


sábado, 4 de julho de 2015

Olha outra receita

Até que enfim, este post também se devia chamar assim, que ando com o pão de mel na tola há tanto tempo, a escrever e a falar dele e mais não sei o quê. E já está. Ei-lo. É fresco. Tem duas partes... porque sim, vá. Qualquer dia monto um vídeo com melhoramentos visuais e essas tretas todas.




Até que enfim

Finalmente fiz o creme de pasteleiro frente à câmara. Da primeira vez ah e tal que não saiu bem e ah e tal que mais parecia leite-creme e ah e tal que pena e ah e tal num outro dia repito a cena. Pronto, agora já está. Olarila. É ver, então, e copiar, em querendo.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Blás

São dez da manhã e estou em casa. No entanto levantei-me um bocado mais cedo que o meu costume. A ver se ia ver as trombas da senhora doutora do centro de saúde e obrigá-la a ver as minhas. Quer isto dizer que vou finalmente ter uma consulta para ver da dor dos últimos dez dias, que já amainou, já sim senhores, mas entretanto agitou-se-me novamente, e bem mais forte. Tenho a consulta para daqui a algumas horas, mas não ocorrerá sob o comando da senhora doutora do costume, mas com uma outra, por aquela estar de férias, que incrivelmente entrou hoje, hoje, hoje, e, dizia eu, vou ter uma consulta com uma outra senhora doutora que, pareceu-me, é o nome da senhora doutora da minha mãe, de quando ela morava por aqui, Quiçá me reconheça o sobrenome, tão  invulgar, e me pergunte pela mãezinha, que tal vai ela. Mas não creio.
Ora então, por conseguinte a isto de me ter levantado bem cedo, às oito e vinte já eu me encontrava no supermercado para comprar umas coisitas, portanto tive de esperar dez minutos que abrisse. Mas não, qual quê, tive, antes de mais, de esperar que a cafetaria, uma das, abrisse para eu beber o meu cafezito e comer o meu pãozinho de cereais com manteiga, olarila, gosto tanto mas tanto de pãozinho de cereais com manteiga, se ademais quentinho, oh céus, é bom que se farta.
Entretanto tenho andado por aqui. Casa, é o que eu quero dizer, o aqui é a minha casa, da cozinha para o quarto, do quarto para o wc, do wc para a varanda, da varanda para a cozinha. Não me convém parar muito tempo no mesmo lugar, nem na mesma posição. Não que esteja doente mas também, é que não me sinto bem, é por isso que vou à senhora doutora do centro de saúde. E chegando lá que raio digo eu à mulher, pá?

Ora essa, então, digo tudo. Pois. Já fui e já vim e já é noite, só agora posso escrever blás no blogue. Ora bem, então, disse tudo à senhora doutora, disse que não dormia bem e tinha muitas dores, que me automediquei, que o corpo me doía mais e mais enquanto os comprimidos eram absorvidos pelo organismo, que passei a dormir melhor e com o receio todo de afinal me doer ainda mais o tal lindo pedaço, pumba, larguei a automedicação e tenho andado sem drogas, mas que de manhã me dói pra caraças o pedaço mais lindo que tenho no corpo, o tal, que no entanto a dor vai atenuando com o passar do dia, que tem vindo a melhorar, mas há dois dias piorou consideravelmente. Receita da senhora doutora do centro de saúde: emplastros para pôr no pedaço mais lindo que tenho no corpo, o tal, é o que é. E pronto. Espero que passe e acho que vai passar. São sete. Os emplastros. Tenho uma semana disto na minha vida, portanto. Todos os dias, um. Vai ser giro.

Ah, a senhora doutora do centro de saúde afinal não perguntou pela mãezinha, qual quê.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Parabéns a você

O meu colega revelou-me que ultimamente tem parabenizado muito mais no fuçasbuque devido ao facto de tanta gente se ter lembrado de o parabenizar a ele aquando do seu (mais ou menos) recente aniversário. E eu, do meu pedestal de sabedoria, partilhei a seguinte informação:
«Olha ‘migo, se quisermos pôr a coisa no plano poético e romântico, podemos chamar-lhe efeito bumerangue, mas se quisermos pô-la no plano da sabedoria popular, chamemos-lhe macaquice de imitação.»