Debrucei-me para afagar a cadela. O amor subiu, eu desci e agarrei-me ao pescoço dela. Abracei-a com vontade.
«O bicho-cão é lindo, pois é. É, é. O bicho cão gosta da dona, pois é. Pois.»
Eu estava quase sentada no chão, vergada por tanto amor. Nisto vejo o estado do chão por baixo da mesa.
«A dona tem de varrer o chão da cozinha, não é bicho-cão. É, é. Pois.»
Até amanhã.
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