Andava um passeante na rua a meter-se com toda a gente. Trazia um pulverizador na mão e em cada vítima que escolhia, levantava-o, esbugalhava os olhos, fingia que ia borrifar... Mas apenas dizia:
«Não quero ser malandro e viver na rua!»
Fui uma das vítimas, assustei-me um tudo-nada, e entretanto pude constatar que o passeante é maluco mas não é parvo, só se metia com mulheres...
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