A senhora do banco olhou atentamente para um certa parte de mim. Fitei-a na esperança de que ela desprezasse a certa parte de mim e me escolhesse antes os olhos para atentar. Mas não. Sei lá, deve ter pressentido ou isso, afinal de contas sou cliente, e quando nós estamos na posição contrária à do cliente, é preciso tentear. Era giro eu ter oportunidade de fazer uma cena de filme, tipo assim a dizer-lhe 'sabe, 'miga, é que preciso deles até ao fim deste quente sol de novembro, que os outros são ainda disparatadamente quentes e apertados'.
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