Este post devia ter uma fotografia, isto se não tenho as unhas frescas aquando da lembrança do clique. Ia clicar direito ao parapeito da janela da Carminho, pintado de branco, o chouriço em azul a ver-se uma pontinha, o fio pendente do estore. Eram três mundos numa imagem, a janela fechada, o chouriço de tapar as correntes de ar, o fio que levantara o estore. Não sei exatamente o que demonstraria com tal imagem, cada um vê o que quer. Eu vi a vida parada, um pedaço de tempo que não quis imobilizar com a máquina fotográfica por ter as unhas pintadas de fresco. É que ainda estragava a obra. Não.
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