quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Linguagem canina

Muitas vezes se me ocorre o pensamento de que educar e lidar com a minha cadela em muito se assemelha à educação que dei aos meus filhos e o modo como com eles lidei enquanto eram crianças (já escrevi sobre este assunto em tempos mas agora não tenho paciência para pesquisar o post). Isto, longe de querer comparar os ricos filhos a animais, pois claro, mas acho que é realmente muito parecido. Recentemente lembrei-me de algo que não se assemelha a tal, nem pouco mais ou menos, que é lá isso, é o facto de poder fazer vozes abebezadas quando falo com ela, tipo:
'mi-tu-tu, pi-ti-tu, pi-pu',
ou então em vocalizações mais elaboradas:
'qui é a cadela mai linda da dona, qui é? ah poijé, é a Olívia, num é? ah poijé'
Não faz mal falar assim porque não lhe induzo uma linguagem deficiente, ela nunca aprenderá a falar, logo, coiso:
'ai o cão vai à rua, pois vai? vai, vai, o cão vai à rua, pois?

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