quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Loures, 14 de agosto de 2014

14 do 8 do 14. Em 2032 não haverá destas coincidências, quero eu dizer que cessarão, não há dia 31 em mês nenhum.

De manhã fui ao supermercado. Quem me 'ouvir' vai pensar: esta é mesmo maluca, pra já tem um blogue, depois vai todos os dias ao supermercado, porque raio não traz tudo de uma vez?!
Não trago, não. Gosto de lá ir, quero eu dizer ao supermercado, gosto de lá ir logo ao abrir da porta, os legumes são frescos, as frutas idem, os artigos estão todos repostos, não há prateleiras vazias, a não ser que o artigo esteja em falta. Gosto daquela novidade, do cheiro da manhã, quero lá saber se estou encerrada num enorme espaço, se não há cheiros, não há o quê, que é lá isso, gosto do cheiro que há no supermercado às nove e picos da manhã, gosto da pouca gente, gosto da gente que é, normalmente casais numa faixa etária superior à minha, gosto de não ter de 'ver' ninguém, gosto de não ter de dizer bom-dia a ninguém.

Fiz dois bolos. Banana e maçã, pêra e mirtilo. Dois. Amanhã levo o segundo cortado em fatias para oferecer aos amigos que me vão dar guarida durante dois dias. Costumam gostar dos meus doces.

Comi metade de uma manga, aquele fruto tropical, agridoce, no fim do jantar. Não era lá muito boa, tinha-a comprado ontem, mesmo assim: melhor comê-la antes que.

Tirei fotos às teias de aranha que envolvem o meu estendal, até parece que ali dá o sol. Sempre ouvi dizer que as aranhas constroem as teias ao sol, mas pronto. Tenho fotos, já tinha dito que tenho fotos? Ah, está bem. Vou passá-las para o pc e publicar no blogue.
Não está bem, afinal, não vou ocupar espaço no blogue com uma foto onde não se percebe as teias de que falo.

Tirei uma foto à parede da racha, essa vou publicar. É em negativo.
Aviso: o texto continua abaixo da imagem.


Litle Hiace tem medo das curvas da serra, trava e trava, até parece que são algumas curvas assustadoras. Leon também tem medo. Eu não, só tenho medo do precipício e mais nada, conheço o caminho há décadas. Se bem que com a construção do hospital as curvas tenham mudado um bom bocado e ademais apareceram duas rotundas, mas pronto, só tenho medo do precipício, o qual também apareceu devido às obras imensas, dantes não era assim, qual precipício qual quê, só curvas.

Alterno os escritos d' hoje com umas escapadinhas ao fuçasbuque. Alguém, uma mulher, alterou a sua foto de perfil, o que é corriqueiro entre as gentes no feminino. Está linda, é linda, conheço pessoalmente, de vista apenas, mas conheço. Pipocaram comentários, és linda, estás uma gata, poderosa, uau e mais isto e aquilo, mas sempre com vista na beleza.

De tarde vi um filme (O Som do Coração) muito bonito acerca de uma criança especial que ouvia música através de todo e qualquer som que corre mundo afora, sabia inclusive tocar qualquer instrumento em poucas horas e sem ser ensinada. Gostei imenso. Revi-me um pouco, afinal é através do pulsar desta vida que escrevo. Afinal... É a vida que inspira qualquer forma de arte. Pois.

Andei a esfregar o teto da cozinha, está branquinho, branquinho, a minha mãe ia gostar de ver. Fiz como ela costumava fazer: lixívia da boa e pincel de caiar. É claro que raspei com o penteado vezes e vezes no teto sujo e pingas de lixívia me escorriam pelos braços devido á gravidade mas pronto, há água e sabão azul e branco cá em casa.

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